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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 azzurra, fora dos campos, política | 16:23

Caso Battisti, de novo

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Como este blog segue de perto o caso Battisti e sua repercussão no mundo da bola, não poderia deixar de linkar a matéria do iG Esporte consolidando tudo que já saiu sobre o tema relacionando esse imbróglio diplomático com o amistoso Brasil x Itália. É só clicar aqui para ler a matéria.

Em tempo: o Parlamento Europeu, como era de se esperar, acaba de aprovar a resolução de apoio à Itália no caso, e assim as consequências vão tomando proporções sempre maiores. Sei não, mas nesse duelo Brasil x Itália — o que será decidido pelo STF, não o de terça que vem — estou cada vez mais propenso a apostar na coluna 2. Façam as suas apostas.

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9 comentários | Comentar

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  4. 26 áon 11/06/2011 16:12

    A absurda diplomacia italiana!
    Battisti o italiano ex-ativista membro dos proletários armados pelo comunismo o (PAC). Ele foi condenado à prisão perpetua pela justiça de Milão 1988, refúgio-se na França onde foi caçado, fugindo para o Brasil. Os anos de chumbo nomeado assim, pela historia das lutas políticas que a população italiana faz questão de esquecer, apagar de suas memórias, quando em 1969 o governo italiano tornou-se capacho dos EUA, causando uma tensão ideológica que vinha se transformar na guerra fria. Surgindo assim, à vanguarda revolucionaria italiana em fabricas, sindicatos e universidades. Que logo, vai formar células e organizações “identificadas” terroristas como; a brigada vermelha e o PAC. Mas não nos esquecemos das milícias italianas a estrema direita instalada para assegurar os interesses do governo fascista e totalitário da época.
    O pronunciamento do ministro das relações internacionais brasileira decidindo não extraditar Cesare Battisti, que foi beneficiado pela politica de cidadania aos refugiados políticos. Provocando rumores fascistas por parte dos italianos. Irracionais pronunciamentos como; a não extradição de Battisti causa um racha nas relações internacionais do Brasil com a Itália. Eles acusam o Brasil de não cooperar com seus caprichos fascistas.
    Os italianos esqueceram que em uma guerra civil ou não, costuma-se fazer vitimas e muitas dessas inocentes. Ninguém falou em condenar as milícias e o esquadrão da morte formado por direitistas italianos na época, aqueles que provocaram várias mortes de militantes da esquerda. Quem são os terroristas? Quando as coisas apertam os italianos pedem pinico, falo da ocupação nazista, onde os brasileiros prestaram solidariedade, enviando tropas e lutando contra as monstruosidades de Mussolini. Mas parece que os italianos esqueceram esse “DETALHE” também. Comportam-se como adolescentes, o mundo tem que fazer a vontade deles. Não se pode negar nada a eles, que ridículo! O governo italiano e seu nacionalismo falso, assim como sua democracia, reivindicam o impossível. Sempre se paga mais sedo ou mais tarde por optar por uma política fascista e ditadora!
    Ass, λάθη

  5. 25 antonio 30/03/2009 19:29

    Quantos torturadores do governo italiano estão na cadeia? Porqua a Itália naõ retira seus embaixador da França que resolveu não extraditar Marina Petrela, líder das Brigadas Vernelhas? Porque só fala grosso com o Brasil? devo dizer que sou totalmente a favor da não extradição de battisti. devo dizer ainda que não sou pautado por essa mídia medíocre e defensora do poder econômico que hoje existe no Brasil e na Itália, onde Silvio Berlisconi é quem manda. Na Itáli8a nos anos 70 não havia ” democracia” coisa nenhuma. Leis absurdas autorizavam pessoas a serm presas preventivamente, sem provas, por até 12 anos. Relatórios da Anistia Internacional denunciaram, nessa época, torturas como estupros, choques elétricos, afogamentos e” suicídios” praticados pela “democracia “italiana. Essas opiniões forjadas na desinformação e no desrespeito a soberania brasileira tem que ser refutada e não pode brasileiro ficar subserviente também à Itália. Já chega de sermos servis aos estados unidos, Não à extradição, não a petulância italiana e dessa mídia colonizada

  6. 24 gladiatore 23/02/2009 15:21

    Reni, não sou “oriundo”, sou italiano mesmo, estou na Itália, país onde nasci e sempre morei.

    Battisti foi condenado por contumácia, quem é foragido não é imune de processos, no Brasil deve ser a mesma coisa. Cacciola é italiano também, Battsiti não. Você deve saber que um cidadão brasileiro, por lei, não pode ser extraditado, a Itália usou o critério de reciprocidade.

  7. 23 Reni Martins 11/02/2009 14:41

    Ué, o que ocorre como nossos brasileiros “oriundi”, isto é, descendentes de italianos, que tomaram total partido pelas posições do governo italiano de Sílvio Berlusconi no caso de Cesar Battisti? Inclusive alguns de esquerda, como o Mino Carta. Ora, o Ministro da Justiça, Tarso Genro agiu rigorosamente dentro da lei ao conceder anistia ao guerrilheiro italiano; é uma atribuição do poder Executivo, que foi eleito e é de esquerda e tem legitimidade para tomar posições de esquerda.

    Aliás, a soltura de battisti era desejo de toda a esquerda latino-americana. A França também não extradita italianos para a Itália, quando esta solicita, mas diz que por “razões humanitárias”. O Brasil foi mais direto: não extradita porque César Battisti seria perseguido politicamente, e seria mesmo. Já foi até condenado à revelia. Porque não fizeram este carnaval todo quando a França não o extraditou, porque não ameaçaram os franceses de expulsão do G8, e agora ameaçam boicotar nosso ingresso no grupo? Porque somos do terceiro mundo? É muita arrogância! Porque não nos mandaram o banqueiro ladrão Cacciola quando pedimos sua extradição?

    Aos oriundi que se postaram a favor da Itália neste caso de forma assim tão exagerada, pergunto: Porque não voltam para a Itália? Ora bolas, se aqui é uma republiqueta de terceira, que voltem para o 1º mundo.

  8. 22 Cesar 10/02/2009 15:25

    Gladiatore, na verdade eu acho que mesmo os brasileiros pensam muito parecido com os italiano nesse caso. Só mesmo o nosso governo patético pra fazer essa palhaçada!

  9. 21 gladiatore 08/02/2009 8:15

    Vou escrever o ponto de vista de um italiano sobre o caso Battisti.

    Cesare Battisti foi condenado por ter cometido materialmente dois e ter organizado outros dois homicídios enquanto militava no grupo terrorista de extrema-esquerda PAC (Proletários Armados para o Comunismo), grupo que conheceu quando estava preso como criminoso comum por ter cometido vários assaltos e roubos. Os companheiros que junto ao Battisti foram condenados pelos crimes já cumpriram as próprias penas e sempre acusaram Battisti, não para desculpar-se, porque admitiram de ter cometido os crimes junto a ele e não que ele foi o único responsável. Maria Cecilia ex-companheira de Battisti declarou que ele revelou a ela de provar prazer em ver jorrar o sangue das vitimas.

    A esquerda italiana historicamente apóia e ajuda os ex-terroristas, apoiou até Renato Curcio, fundador das Brigadas Vermelhas que na época dos “Anos de Chumbo” italianos cometeram 86 homicídios, entre eles aquele do ex-chefe do governo Aldo Moro. Renato Curcio é uma pessoa livre desde o 1998.
    Nenhum partido de esquerda italiano apóia Cesare Battisti, nem os partidos de extrema esquerda como Refundação Comunista ou o Partido dos Comunistas Italianos. O presidente da república da Itália, Giorgio Napolitano, comunista de velha data, escreveu uma carta a Lula que expressou o seu profundo estupor e amargura pela decisão do governo brasileiro de conceder asilo político a Cesare Battisti.
    Battisti não tem nenhuma ligação ao Brasil, não é brasileiro, não tem família no Brasil… Segundo os acordos bilaterais sobre a extradição entre a Itália e o Brasil ele deveria ter sido extraditado.

    A única opção que sobrou ao ministro Tarso Genro foi de acusar com calunias e infâmias a Itália, o ministro não concedeu a extradição alegando que é fundado o temor de perseguição por motivos de opinião política. Eu como italiano fiquei extremamente ofendido com essa declaração, não gosto do Berlusconi, mas o caso Battisti não tem nada ver com perseguições políticas, aqui na Itália têm famílias pedindo justiça. Até Renato Curcio foi beneficiado e saiu antes do tempo por boa conduta. O Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) rejeitou o pedido de asilo político de Battisti.

    A reação da Comunidade Européia foi justa e inevitável, um país membro foi acusado de perseguir pessoas por motivos de opinião política.

    Agora vocês brasileiros que moram no Brasil será que me podem explicar a decisão de Tarso Genro que para os italianos é inconcebível e, em alguns casos, está gerando, injustamente, sentimentos anti-brasileiros. Será que o único motivo foi aquele de agradar o advogado de Battisti, o ex-deputado federal do PT Luiz Eduardo Greenhalgh?

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