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Arquivo da Categoria fora dos campos

sexta-feira, 10 de outubro de 2008 azzurra, copa do mundo, fora dos campos, imprensa, roma | 15:03

A Itália anti-Bulgária

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Amelia, Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Dossena; Gattuso, De Rossi, Motolivo; Pepe, Gilardino, Di Natale.

É esta a escalação inicialmente testada por Marcelo Lippi para enfrentar a Bulgária, no sábado. Mas Lippi ainda tem dúvidas: Gamberini pode jogar no lugar de Chiellini, que ainda não está 100% em forma; Perrotta pode entrar na vaga de Montolivo, o que reforçaria a marcação; e, apesar da fase melhor, Gilardino pode dar seu lugar a Toni.

Minhas preferências, só pra constar, são por Chiellini, Montolivo (ou mesmo Aquilani) e Toni.

E as de vocês?

Vale lembrar que Buffon e Camoranesi, inicialmente convocados, se machucaram e estão fora.

Sobre o post abaixo
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Lupulus deixou nos comentários a seguinte nota, da Roma News:

“Ilary Blasi anuncia a ruptura com Totti. Ao contrário, não. Quem publicou a notícia foi o cotidiano espanhol AS, segundo o qual Ilary estaria cansada das traições de Francesco. A nota, porém, se referia à entrevista concedida pela showgirl ao semanal Vanity Fair, na qual se expressava com frases como “Sou a maior cornuda da Itália”. O responsável pelo artigo não levou em consideração, evidentemente, o sentido da frase, com o qual Ilary ironizava o tratamento da imprensa ao seu respeito. [Roma News]

Noticia da Gazzetta dello Sport sobre o tema, também desmentindo a separação, foi traduzida pelo Portale Romanista e está disponível neste link.

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quinta-feira, 9 de outubro de 2008 fora dos campos, le ragazze | 17:09

Buemba!

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Eu sei que é bem provável que amanhã ela esteja com outro jogador. Mas, diante da nota abaixo, também é possível que esta seja (chuif) a última vez que Ilary Blasi, a (ex) sra. Totti, aparece por aqui.

Bom, então lá vai a nota do site do diário AS. Que, além de suas qualidades, digamos, estéticas, tem também uma ótima frase da própria Ilary explicando o rompimento com Totti: “Soy la mayor cornuda de Itália”.

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terça-feira, 7 de outubro de 2008 fora dos campos, fotos, jogadores, juventus, le ragazze | 11:38

Informação essencial

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O que seria deste blog sem as matérias enviadas pela agência italiana Ansa? Uma das últimas é essa aqui:

Primeiro filho de Buffon é batizado na Itália


MASSA CARRARA – Luis Thomas, primeiro filho do goleiro italiano Gianluigi Buffon e da modelo tcheca Alena Seredova, foi batizado hoje em uma pequena igreja da cidade de Bagnone, na região da Toscana, centro da Itália.

Na mesma cerimônia foi batizada também Stella Buffon, sobrinha do goleiro e filha de Guendalina Buffon, que já foi jogadora profissional de vôlei, com passagens pela seleção italiana.

Estavam presentes na igreja — a mesma na qual o próprio Buffon foi batizado — a mãe do goleiro, Maria Stella, ex-campeã italiana de lançamento de disco e de peso, e o pai do jogador, Adriano.

Depois do batizado, a família do goleiro da Juventus foi a um restaurante festejar.

 

Eu não podia deixar um momento como esse passar em branco por aqui, né? Adoraria inclusive publicar uma foto do pequeno Luis (por que não Luigi?). Mas, na falta dela, vamos homenagear o casal colocando uma foto do papai e… da mamãe, claro (para ver maior é só clicar em cima da imagem).

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sexta-feira, 19 de setembro de 2008 charges, fora dos campos, inter | 17:03

Três rapidinhas

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Primeiro, uma foto:


A imagem é do dia 14, quando Dieguito foi com o agasalho da Inter, ao lado de uma das filhas, assistir a mais um jogo do Boca pelo Campeonato Argentino. Libertadores, Eliminatórias, Liga dos Campeões, campeonatos europeus e sul-americanos. Pode ser o que for, Maradona estará lá. Mais recentemente, ele foi ver jogos de tênis da Argentina na Davis. A Olimpíada, claro, também não passou em branco, com hóquei, basquete, vôlei e futebol, entre outros esportes, prestigiados. Outro dia, Diego fez questão de abraçar Valentino Rossi depois de uma provinha de motovelocidade.

Por isso tudo fiquei intrigado quando li que ele teria se oferecido para trabalhar na Inter. Fiquei imaginando Dieguieto abrindo mão dessa vidona e despachando com Massimo Moratti todos os dias de manhã. Depois, tudo explicado: Maradona seria (será?) uma espécie de olheiro (e um pouco mais) da Inter na América do sul.

Faz sentido. Nenhum olheiro deve ter olhado mais que Maradona no planeta. E, claro, alguma coisa do assunto ele entende…

Depois, um fato:

Técnico da Itália assistirá a campeonato de futebol na prisão (não, a Federação Italiana não contratou Gascoigne — o campeonato é que é na prisão, que fique bem entendido)

MASSA, 19 SET (ANSA) – O técnico da seleção italiana de futebol, Marcelo Lippi, será o convidado de honra de um campeonato que acontecerá na penitenciária da cidade de Massa, na Toscana, no próximo dia 22 de setembro.

A competição é composta por uma equipe de presidiários, um time de agentes carcerários, um time misto de políticos e empresários da província de Massa-Carrara e pela seleção italiana de religiosos, que será dirigida na ocasião por Renzo Ulivieri, ex-treinador do Bologna e do Reggina.

* Pensei aqui: em ‘certos’ países, o time de presidiários acabaria indo ao Tapetão contra o time políticos. Jogador atuando irregularmente por outra equipe… hihihi

E, enfim, uma charge:

O Gílson colocou nos comentários abaixo o link para uma charge sobre Milan. Achei engraçada, fui fuçar no Youtube e viciei. Não conhecia a série.

A do Milan, mais recente, ainda não está disponível no Youtube. Mas há muitas outras, meio passadas mas muito engraçadas pra quem entende italiano. Vou deixar abaixo um exemplo e quem quiser mais pode clicar aqui

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terça-feira, 15 de julho de 2008 fora dos campos, fotos, milan, Sem categoria | 11:03

No limite

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Ainda é engraçada, mas por pouco não é triste, a pergunta com a qual a Gazzetta dello Sport decidiu divulgar a foto da “pancetta” de Ronaldo publicada ontem no tablóide inglês The Sun.

Minha impressão é que, mais do que o Milan comemorar o fato de não ter renovado com o atacante, foi o atacante quem comemorou — e como — o fato de não ter renovado com o clube. Afinal, nada como ficar à vontade nas férias de julho…

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terça-feira, 29 de abril de 2008 charges, fora dos campos, Sem categoria | 18:47

charge do iG Esporte

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O caso Ronaldo, sobre o qual o Milan não quer falar (nem eu, na verdade… hihihi), na visão de Milton Trajano.

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quarta-feira, 14 de novembro de 2007 fora dos campos, Sem categoria | 10:59

O funeral de Gabriele Sandri

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Amigo e pai de Gabriele Sandri, durante o funeral que contou com
a presença de milhares de torcedores em Roma (foto AFP)

Como nos últimos dias, consolidarei nos links abaixo as notícias
que forem publicadas sobre o tema no iG Esportes:

• Panucci chama Kaká de ‘moralista’ por suas declarações
• Veja a galeria de fotos do funeral em Roma
• Milhares comparecem ao funeral de Sandri
• Manchester reembolsará torcedores que tiverem medo de ir a Roma

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segunda-feira, 12 de novembro de 2007 fora dos campos, opinião | 19:58

Respostas e comentários

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Ainda sobre a atitude de Seedorf (obrigado pela informação, Gilson), foi mesmo o que pensei: o holandês, ao se recusar a usar o luto, não quis “prestar homenagem” ou se posicionar diante de um fato do qual ainda não tinha conhecimento. Fez bem. E ainda aproveitou para criticar essa onda de “manifestações” do gênero. Buffon também foi bem ao não amenizar a culpa dos Ultràs: “a morte do torcedor foi um pretexto para a violência”, disse.

Tanto é assim que a revolta contra a imprensa (citada no comentário do Edivan) é absolutamente inexplicável. Nenhum dos ‘rebeldes’, em momento algum, soube explicar com coerência as agressão à sede da RAI, ao Coni ou aos jornalistas que se aproximavam das confusões. A revolta contra os policiais, ainda que a generalização seja estúpida, pelo menos tinha uma motivação — o assassinato de Gabriele.

Sobre seu comentário, Renato, não acredito que tenha sido dada pouca importância à morte do torcedor. Nada pode ser mais grave que a perda de vidas, claro. Mas, ao contrário de toda a repercussão violenta no estádios e ruas, a morte foi causada pelo erro de uma única pessoa, que certamente será punida. Pensando no futuro, bem mais preocupante é ver a quantidade de pessoas que agiram como animais nesse episódio. Não?

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campeonato italiano, fora dos campos, fotos, Sem categoria | 00:17

Futebol, morte e ‘guerra civil’

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Houve uma rodada do Campeonato Italiano no fim de semana. Sete jogos foram disputados; três, não. Deixarei os sete de lado.

O fato
Gabriele Sandri, um conhecido DJ italiano de 28 anos, foi assassinado quando viajava de Roma a Milão para assistir a um jogo do seu time, a Lazio, contra a Inter. Gabriele estava dentro do carro quando foi alvejado por um policial. Embora as especulações sejam infinitas (e como sempre irresponsáveis), ainda não se sabe bem porque o polícial atirou. Se mirou no carro de Sandri ou não. Sabe-se apenas que havia uma briga entre torcedores da Lazio e da Juventus nas proximidades da bela cidade de Arezzo, onde estavam Gabriele e seus amigos naquela hora.


Gabriele Sandri (AFP)

Pronto. Esse é o fato. E é tão lamentável quanto é desnecessário classificá-lo assim. Mas, como em geral acontece em casos similares (e infelizmente cada vez mais corriqueiros) na Itália, há motivos de sobra para crer que o culpado — ainda que seja o policial — será punido.

A “guerra civil”
Também lamentáveis, contudo, foram as consequências do episódio nos campos de futebol do país. Agora, ‘profetas do acontecido’ defendem naquelas inócuas e indignadas mesas-rendondas de futebol da TV italiana (trata-se de um mal mundial) que os demais jogos da rodada deveriam ter sido suspensos imediatamente.

Não quero parecer insensível, mas… por que? Porque alguém havia levado um tiro em uma estrada? No momento do início dos jogos, era só o que se sabia. As circunstâncias, as causas e os culpados do assassinato não eram conhecidos — como não são, em boa parte, até agora.

Acontece que os Ultràs queriam o cancelamento dos jogos (os “Ultràs”, vale explicar, são a versão italiana das nossas torcidas organizadas). Tal como seus irmãos tupiniquins, não primam pelo bom senso nem pela inteligência. Prepotentes, violentos e em geral covardes, orgulham-se por julgar e executar suas próprias “leis” com tacos, pedras, bombas e bandanas cobrindo os rostos. Foi o que fizeram neste domingo. Decidiram que a polícia era culpada. E por isso, em algumas cidades, decidiram que os jogos não aconteceriam.


Torcida da Atalanta ‘exige’ fim do jogo (Reuters)

Atlatanta x Milan foi interrompido ainda no início, o que não impediu brigas fora do estádio de Bérgamo. Já na capital, onde a Roma jogaria com o Cagliari, a partida foi suspensa antecipadamente. Mas isso não bastou. Pelo contrário: foi justamente lá que torcedores de Roma e Lazio, eternos rivais, se uniram para quebrar carros e vespas (provavelmente, em alguma medida, um idiota quebrou o veículo do outro), invadir e incendiar ônibus, carros, postos policiais e até a sede Comitê Olímpico Italiano.

O cenário é de guerra civil. E não sou eu, mas a própria imprensa italiana a classificá-lo assim.


Roma, na noite de domingo (AP)

Seedorf e a RAI
Quando a morte do torcedor foi confirmada, ainda no início do domingo, a Federação Italiana decretou luto nas partidas do campeonato nacional. E todos os jogadores, exceto Clarence Seedorf, do Milan, entraram em campo com uma faixa no braço. Ainda não sei o motivo da atitude do holandês (se alguém souber, me diga), mas, no mínimo, ele mostrou personalidade. Porque, na Itália, não é raro jogadores aderirem a manifestações de todo tipo sem o mínimo conhecimento dos fatos, de suas causas e consequências.

Algo de bom? Criativa e sábia foi a edição de imagens da TV italiana depois da suspensão de Atalanta x Milan. Em vez de apenas repetir as imagens de violência ou de incitações, a TV mostrava crianças desapontadas com o desfecho da situação. Um garoto, de cabeça baixa, chutava alguns papéis na arquibancada já vazia; outro guardava, triste, o cachecol com o nome do time; um terceiro chorava desesperadamente (e pode até ser que chorasse por birra ou fome, mas as imagens assim não davam a entender). E assim, no meio de tanta estupidez, a edição nos lembrava o que move — ou pelo menos deveria mover — o futebol.

O passado e o futuro
Vale lembrar que, em fevereiro, um policial foi assassinado por torcedores antes de Catania x Palermo. As mesas-redondas indignadas eram infinitas, os culpados foram econtrados e estão sendo julgados, diversas medidas anti-violência (que pareciam eficientes) foram tomadas nos estádios, certas partidas passaram a ser “vetadas para torcedores visitantes” e, mesmo assim, a violência continua. Porque alguns idiotas, para serem violentos, precisam de um espaço mínimo. E um pretexto; não um motivo.

Não será o caso de parar com o futebol na Itália por um ano? Comente abaixo.

Mais sobre o tema no iG Esportes:
• Policial diz que tiro foi acidental
• Políticos italianos estudam novas medidas contra violência
• Campeonato Italiano pode ser suspenso após incidentes
• Presidente mostra preocupação com morte de torcedor
• Prefeitura busca responsáveis por confusão em Atalanta x Milan
• Imprensa alemão comenta morte de torcedor na Itália
• Mensagens revoltadas aparecem no local onde o torcedor trabalhava
• Câmara italiana pede ‘verdade’ na apuração do assassinato
• Policial é indiciado por homicídio culposo
• Amigos de torcedor morto se manifestam em Roma
• Para Buffon, morte de torcedor foi pretexto para violência
• Encontrada cápsula da bala que matou torcedor
• VEJA GALERIA DE FOTOS DAS CONFUSÕES PELA ITÁLIA

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sexta-feira, 9 de novembro de 2007 fora dos campos | 17:46

34.217.855,25…

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…de euros é o que Maradona, segundo a agência Ansa, deve ao fisco italiano.

Diz a Ansa que “o procedimento foi ativado depois que o astro recebeu 78 mil euros para participar do programa de auditório Ballando con le Stelle (dançando com as estrelas, em tradução livre), supostamente sem pagar um euro de imposto”.

Ou seja: pagar o micão da foto abaixo (AP) naquele programaço da RAI custou caro. Dieguito dançou duas vezes — e não só literalmente.

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