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Arquivo da Categoria liga dos campeões

terça-feira, 25 de maio de 2010 inter, liga dos campeões | 16:08

O choro de Mourinho

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Para quem duvidou de Massimo Moratti, dono da Internazionale, quando ele disse que José Mourinho tinha “chorado muito” depois da final da Liga dos Campeões contra o Bayern, no Santiago Bernabéu, eis a prova em vídeo. Aliás, o abraço e o choro comovido no adeus a Marco Materazzi também dão boa dimensão da ligação do técnico português com seus jogadores.

A emoção, Mourinho explicou logo na coletiva depois da partida, era um misto de felicidade pela tão sonhada conquista da Liga e tristeza pelo adeus, que já era uma certeza. Assista:

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sábado, 22 de maio de 2010 inter, liga dos campeões | 18:02

Inter ao cubo

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A ótima sacada do site da Inter depois da conquista da Liga dos Campeões. Comentários, depois.

A manchete de versão em italiano do site da Uefa também não é ruim:

E a versão em alemão certamente não foi perfekt (entendo muito) para os alemães, que com o resultado continuarão com apenas 3 vagas na Liga dos Campeões 2011-12, na qual a Itália seguirá com 4 representantes:

Na imprensa italiana, Gazzetta e Corriere dello Sport (abaixo, respectivamente), seguiram a mesma linha:

Na espanhol Marca, claro, o foco foi outro: José Mourinho, o provável-novo-técnico do Real:

Assim como a visão argentina não poderia ser outra que não esta (se bem que a atuação de Cambiasso…):

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sexta-feira, 21 de maio de 2010 campeonato italiano, inter, jogadores, liga dos campeões, técnicos | 11:19

O peso dos campeões

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A Inter chegou lá. Depois de ganhar a Copa da Itália, e com mais dificuldade do que há algum tempo aparentava que teria, conquistou o pentacampeonato italiano no último domingo. Um clichê, “a força do conjunto”, tem sido apontado pela imprensa italiana como a principal qualidade do time.

Pode até ser, mas o jornal La Gazzetta dello Sport não se eximiu de atribuir notas a todos os jogadores que participaram da conquista. Um exercício que nos ajuda bem a entender a importância individual de cada um dos campeões italianos.

Vamos às notas: o artilheiro Milito, único “perfeito”, 10. Sneijder ficou com um 9,5, seguido pelo 9 do capitão Zanetti, que completou o “pódio” dos mais importantes. Depois do trio, vieram, juntos, Eto’o, Maicon, Samuel e Lúcio, todos com nota 8. Júlio César e Thiago Motta ficaram com 7,5. Balotelli, Cordoba, Chivu, Pandev e Stankovic receberam 7. Materazzi, Mariga e Vieira, 6,5. Tanto a Muntari como a Santon coube um 6. Quaresma ficou com 5,5 e, por fim, o brasileiro Mancini, que não deixou saudades ao trocar o time pelo rival Milan, 5. Khrin, Arnautovic, Suazo e Stevanovic, que jogaram pouco, e os goleiros Toldo e Orlandoni, que nem jogaram, não receberam notas.

As avaliações referem-se apenas ao Campeonato Italiano. Não levam em conta os jogos da Liga dos Campeões, cuja final acontece no sábado, em Madri, entre Inter e Bayern. E não se enganem: em caso de vitória italiana no torneio europeu, pelo qual a Inter é absolutamente obcecada após 45 anos sem título, a maior nota não será atribuída a um jogador. Mas a um técnico que, definitivamente, não precisaria de mais elogios…

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sexta-feira, 30 de abril de 2010 inter, liga dos campeões, técnicos | 10:37

Nas mãos de Mourinho

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“Pensei que tinha chegado ao máximo da empatia possível com os torcedores do Chelsea. Mas minha empatia com os da Inter é ainda maior. Estou apaixonado pelo clube e por estes torcedores, mas não pelo futebol italiano: este eu respeito, mas não amo”. Assim José Mourinho comentou aquilo que classificou como a “melhor derrota da sua vida”: Barcelona 1 x 0 Internazionale, resultado que levou a Inter, depois de 38 anos, a uma final de Liga dos Campeões da Europa.

Não é a primeira vez que Mourinho faz questão de dizer “não amar” o futebol italiano. A recíproca, porém, não tem sido verdadeira. Depois da classificação da Inter, os italianos, de novo, caíram de amores pelo português. Claudio Ranieri, seu desafeto e técnico da concorrente Roma no Campeonato Italiano, chamou de “espetacular” a classificação interista. Silvio Berlusconi, dono do Milan, brindou pelo feito do rival. Jornais do país não pouparam elogios ao português, acima de todos. Na Itália, Mourinho virou o símbolo de uma classificação heróica.

Agora, na final contra o Bayern de Munique, a Inter jogará por todo o futebol italiano. Não apenas simbolicamente: se vencer no tempo normal ou na prorrogação, manterá a Itália com 4 vagas na Liga dos Campeões da Europa de 2011-12. Se empatar ou perder da decisão, os italianos perderão uma vaga para o futebol alemão. Ironia do destino, o calcio está nas mãos de José Mourinho. O que hoje em dia, apesar da “falta de amor” do português, parece um ótimo negócio.

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quarta-feira, 28 de abril de 2010 inter, liga dos campeões | 12:35

Itália x Alemanha, a briga pela vaga

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Caros, é a Lei de Murphy: de todas as trabalhosas que havia feito para a versão inicial (já excluída) deste post, apenas em uma ocasião, a derrota da Inter por 1 x 0 sobre o Barcelona, eu me equivoquei, ignorando o ponto de bônus que o time italiano recebeu por passar à final.

O ranking da Uefa, neste momento, depois de Barcelona 1 x 0 Inter, está da seguinte forma:

1 Inglaterra: 81.142
2 Espanha: 79.329
3 Alemanha: 64.207
4 Itália: 64.052

Faltam dois ou três jogos (depende de o Hamburgo ir à final da Liga Europa) para definir que país ficará com  4 vaga para a Liga dos Campeões da Europa 2011-12. E a situação ficou do seguinte jeito:

* Se o Hamburgo perder do Fulham nesta quinta-feira, na Inglaterra, a Inter ainda poderá manter a Itália com a vaga. Para isso, precisará derrotar o Bayern na final (no tempo normal ou prorrogação) e levar o coeficiente italiano a 64,337, superando os alemães, que neste caso permaneceriam com 64,207.

Com qualquer outro resultado no jogo entre Hamburgo e Fulham nesta quinta-feira, aí sim a vaga ficará irreversivelmente com a Alemanha (porque, mesmo com um empate, o Hamburgo levaria o coeficiente alemão para  64,373, marca à qual os italianos não têm mais como chegar.

Está explicado. É isso. Desculpem o equívoco. E a Itália é Fulham nesta quinta-feira.

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sexta-feira, 19 de março de 2010 campeonato italiano, inter, liga dos campeões, milan | 10:56

2 times, 7 dias

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Berlusconi: da lamentação à confiança, em 7 dias

Quarta-feira, 10 de março. Humilhado, o Milan perde por 4 x 0 do Manchester United e é eliminado da Liga dos Campeões. Torcedores protestam, de novo, contra a diretoria. Berlusconi, dono do clube, ironiza: “Além de chorar, eu coloco dinheiro”. Leonardo é criticado. O time perde o zagueiro Nesta, machucado. A depressão é total.
 
Sexta-feira, 12. A Inter perde por 3 x 1  para o Catania em mais uma atuação decepcionante no Campeonato Italiano. Jornais destacam a queda de rendimento da equipe e começam a especular sobre a saída de José Mourinho caso o time não vença a Liga dos Campeões.
 
Domingo, 14. Com um golaço de Seedorf nos acréscimos, o Milan vence o Chievo por 1 x 0 e fica a um ponto da líder Inter. A euforia no San Siro é total. E a perspectiva de título, graças também à tabela mais difícil da Inter, passa a ser real. “Eu acredito”, diz o outrora choroso Berlusconi.
 
Terça-feira, 16. Em Londres, a Inter dá um banho no Chelsea e avança às quartas da Liga. As críticas de sábado desaparecem e dão lugar a elogios e à promessa interista de “blindar” a permanência do técnico português por muitos anos.
 
Em uma semana, o humor de Inter e Milan e as análises sobre os dois times mudaram da água para o vinho. Em uma semana, sabemos, o vinho pode ficar aguado novamente. Por enquanto, a única certeza positiva para os times de Milão é que o título nacional ficará na cidade. O que, para a Inter, já não seria suficiente.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009 copa da uefa, inter, juventus, liga dos campeões, milan, roma | 17:50

A situação dos italianos

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Se não falei das últimas rodadas, olhemos para frente ao voltar a tratar do futebol do dia-a-dia. Com exceção da Lazio, que está em situação muito complicada, a rodada do meio de semana foi ótima para os clubes italianos nas copas europeias. Confira como ficou confortável (ou quase) a situação das outras seis equipes que ainda estão na disputa da Liga dos Campeões ou da Liga Europa.

LIGA DOS CAMPEÕES

Milan
Uma vitória em casa contra o Olympique Marselha, na penúltima rodada, lhe garante classificação para as oitavas. Se apenas empatar, para não depender de nenhum outro resultado, terá somente que vencer o Zurique na rodada final.

Inter
É líder do seu grupo e se classifica por antecipação se conseguir uma improvável vitória sobre o Barcelona, na Espanha. Um empate também seria bom, porque neste caso uma vitória na rodada final, em casa contra o Rubin Kazan, lhe garante o 1º lugar da chave.

Juventus
Se vencer o Bordeaux na França, na próxima rodada, garante a vaga antecipadamente. Mesmo que isso não aconteça, precisará no máximo de um empate com o Bayern de Munique, em Turim, na última rodada. Mas ganhar do Bordeaux seria importante para ficar em 1º.

Fiorentina
Batendo o Lyon na 5ª rodada, em Florença, não apenas se classifica como fica muito perto da primeira colocação final em seu grupo — na última rodada pega o Liverpool, fora de casa, mas o time inglês estará fora do páreo em caso de vitória dos italianos sobre o Lyon.

LIGA EUROPA

Genoa
Primeiro pega o lanterna Slavia Praga fora de casa. Mesmo em caso de derrota (improvável), deve depender apenas de uma vitória sobre o Valencia, em casa na última rodada, para se classificar (isso só poderia não acontecer se vencesse os espanhois levando ao menos 3 gols).

Roma
Precisa apenas de uma vitória em casa na próxima rodada, contra o Basel, para garantir matematicamente sua classificação. Já para ficar em primeiro sem depender de nenhum outro resultado terá que ganhar também do lanterna CSKA Sofia, fora de casa.

Lazio
É o único italiano em situação mais complicada: para ter chances reais de classificação, precisa de duas vitórias nas rodadas que faltam, contra o líder Salzburg (fora) e o lanterna Levski Sofia (em Roma). Mesmo assim, pode ficar fora se o Villareal vencer suas duas partidas.

Para saber qual a rodada do Italiano no fim de semana, clique aqui (comento Catania x Napoli às 15h de sábado, na ESPN; e Genoa x Siena às 12h de domingo, na ESPN Brasil).

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terça-feira, 3 de novembro de 2009 liga dos campeões, milan | 19:58

Grazie de arrepiar

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Antes mesmo do jogaço que marcava a volta de Kaká ao San Siro começar, a torcida do Milan já dava uma pista de como se comportaria em relação ao antigo ídolo, que agora veste a camisa do Real Madrid. “Grazie Kaká: 6 anni di emozioni non si possono dimenticare, ma stasera siamo venuti fin qua per vedere segnare il Milan“, dizia a enorme faixa acima, entre os torcedores milanistas.

Traduzindo a brincadeira, uma alusão à “extinta” musiquinha que dizia “siamo venuti fin qua per vedere segnare Kaká“: “Obrigado, Kaká: 6 anos de emoções não podem ser esquecidos, mas esta noite nós viemos aqui para ver o Milan marcar”.

Antes de a bola rolar, Kaká entrou em campo para se aquecer com os demais jogadores e foi aplaudidíssimo. Durante o jogo, não.

Mas, em sua velha casa, Kaká bem que fez por merecer mais aplauso: fez como costumava fazer nos tempos de Milan e, com uma belíssima jogada, deu início ao gol de Benzema. Justíssimo pelo que jogavam os dois times até então. O brasileiro, que já tinha deixado clara a intenção de não comemorar um gol contra seu ex-time caso marcasse, celebrou o do colega francês, ainda que discretamente.

Vieram então, ainda no primeito tempo, as trapalhadas do árbitro alemão: um pênalti inventado para o Milan — convertido por Ronaldinho — e um gol de Pato, que viraria o jogo, injustamente anulado.

O primeiro tempo, espetacular, terminou com o 1 x 1 no placar. Na segunda etapa, a superioridade do Real deixou de existir, mas o jogo continuou ótimo — e com o 1 x 1 no placar (leia o relato). Um resultado melhor para o antigo time de Kaká, mas nenhuma tragédia para sua nova equipe, apesar da aproximação do Olympique de Marselha.

Ninguém, portanto, deixou o campo decepcionado. Muito menos Kaká, que depois do apito final voltou a ouvir calorosos aplausos da torcida do Milan. E um “olê olê olê, Kaká Kaká!” de arrepiar.

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Kaká aplaude a torcida do Milan que, definitivamente, não o esqueceu

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terça-feira, 29 de setembro de 2009 inter, liga dos campeões, técnicos | 15:49

E agora, José?

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mourinhoDepois do empate por 1 x 1 com o Rubin Kazan, agora há pouco, a Internazionale de José Mourinho completou sete jogos seguidos sem vitória na Liga dos Campeões — um recorde do clube. A série é negativa, mas o resultado, pelo que aconteceu em campo, entre bolas na trave e defesas de Júlio César, foi para os italianos comemorarem.

Mourinho ainda não falou, mas provavelmente se eximirá de qualquer culpa e sairá dando patadas em quem ousar questionar sua competência.

Nos últimos dias, tem sido assim. Quando lhe perguntaram, depois da derrota para a Sampdoria, se o técnico Gigi Del Neri seria sua “asa-negra”, o português respondeu com ironia, agredindo desnecessariamente o treinador italiano e fazendo uma ilação descabida: Del Neri foi demitido do Porto alguns meses depois que ele, Mourinho, venceu a Liga dos Campeões com o mesmo time. Por isso, no raciocínio torto do português, Del Neri não poderia ser sua “asa-negra”, mesmo que lhe derrote ano após ano, década após década, século após século.

Zdenek Zeman, importante técnico tcheco com enorme tradição no futebol italiano, Mourinho disse desconhecer. Não é verdade. É que o português se irritou quando Zeman disse que a Inter não mostrou nada de novo desde a chegada de seu badalado treinador. “Mourinho só está na Inter porque é um grande gestor de jogadores”, disse o tcheco.

Para Zeman, a única novidade que Mourinho trouxe ao futebol italiano foi “na comunicação, com a qual esconde a própria mediocridade”.

Talvez seja exagero, mas o fato é que a Inter de José Mourinho, por enquanto, não tem jogado o futebol que deveria jogar com o ótimo elenco que tem. E se alguém contesta alguma de suas decisões incompreensíveis, como tirar Balotelli (que hoje bobeou ao ser expulso) do jogo contra a Sampdoria, o português diz que o fez porque “é o técnico e é quem manda”.

Enquanto seu time ganhava e correspondia em campo, as respostas atravessadas de Mourinho tinham um lado cômico (eu gostava), do técnico mal-humorado por natureza, que externava sua pouca paciência com a imprensa através da própria. Acho até que Mourinho fez a Itália repensar seus programas de TV, suas entrevistas, suas intermináveis discussões sobre arbitragem.

Mas, se a Inter não voltar a jogar bola, as respostas do técnico ganharão mais importância para torcedores, dirigentes e acionistas do clube. E aí, antes de atacar os outros, ser irônico ou exibir seu mau humor, o técnico terá que explicar por que esse milionário elenco da Inter não está jogando nada.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009 inter, liga dos campeões | 17:45

O 0 x 0 entre Ibra e Eto’o

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Ibrahimovi, era óbvio, foi vaiado pela torcida da (covarde) Inter

Ibrahimovic, era óbvio, foi vaiado pela torcida da medrosa Inter de Milão

Havia quem tivesse dúvidas sobre as vaias da torcida da Inter para seu ex-ídolo Ibrahimovic, hoje em campo com a camisa do Barcelona. Não sei bem por que. Ibra, grande responsável pelas últimas conquistas do time de Milão, já havia sido vaiado no último Campeonato Italiano, mesmo vestindo a camisa nerazzurra, porque declarava com insistência que queria se mandar.

As sonoras vaias que o sueco recebeu hoje em Milão, portanto, não surpreendem. Assim como não surpeenderia se o atacante tivesse comemorado um gol contra seu ex-clube. Só não o fez, tenho certeza, porque não marcou.

Não marcou, mas esteve mais perto de marcar do que Eto’o, ex-ídolo do Barça certamente sedento de vingança pelo “desprezo” de Guardiola. Não é que Ibra tenha jogado muito mais que o camaronês, mas o Barcelona, mesmo jogando em Milão, parecia estar atuando contra, no máximo no máximo, um Sporting. Daí o fato de o sueco ter chegado mais perto do gol…

A postura da Inter, ainda que enfrentando o atual campeão europeu, foi de um time que não tem direito de sonhar com a Liga dos Campeões. Porque sua preocupação com a defesa revelou muito mais um excesso de respeito (medo, no popular) do que uma estratégia de jogar recuada para buscar a vitória em um contra-ataque.

Na partida em que todas as atenções estavam voltadas para Eto’o e Ibra, não deixa de ser irônico o placar terminar com um 0 x 0. Que foi um bom resultado para a Inter, diga-se.

Em Lyon, a Fiorentina teve Gilardino expulso por uma cotovelada ainda no primeiro tempo, até que se segurou por um bom tempo, mas terminou seu confronto diante dos franceses com o resultado mais esperado: uma derrota — 1 x 0.

O placar era esperado, mas o prejuizo foi enorme, porque os italianos ainda perderam seu principal jogador para a próxima partida, contra o Liverpool, em Florença.

Assim, considerando-se as estreias de Milan, Juve, Inter e Fiorentina, podemos dar, no máximo, uma nota 6 para este começo dos italianos nessa Liga dos Campeões. E só não é menos, quem diria, graças ao Milan de Leonardo.

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