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Posts com a Tag adriano

segunda-feira, 27 de setembro de 2010 campeonato italiano, roma | 11:15

5 minutos sem fama

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Pela Roma, até aqui, ele só sorriu na apresentação

Após a vitória da Roma por 1 a 0 sobre a Inter, no sábado, Adriano deixou o campo sem graça, enquanto seus colegas comemoravam entre sorrisos e abraços.

A explicação é um fato que passou meio batido diante da euforia após o gol marcado por Vucinic nos acréscimos do 2o tempo: Adriano, a exemplo do que já fizera na Inter com o técnico Roberto Mancini, irritou-se com Claudio Ranieri, que pretendia colocá-lo em campo a pouco mais de 5 minutos do fim do jogo. Resultado: Ranieri mudou a substituição, colocou Júlio Baptista (que teve duas chances de marcar) e viu seu time arrancar a vitória justamente quando Adriano deveria estar em campo.

O brasileiro, mesmo gordo após mais de um mês do início do campeonato, talvez considere que os 2,85 milhões de euros que a Roma lhe paga por ano não sejam suficientes para obrigá-lo a jogar 5 minutos. Talvez se considere melhor que Vucinic, que entrou faltando 10 minutos e decidiu o jogo. Talvez simplesmente não pense antes de ter chiliques: porque Adriano, que jogou apenas alguns minutos de uma das cinco partidas da Roma no Italiano, não está com crédito para estrelismos do gênero. Pelo contrário.

Ao contratar o atacante, direção e a comissão técnica da Roma admitiram estar fazendo uma aposta arriscada. A julgar pelo início da temporada, a aposta começou a ser perdida bem antes do que a torcida imaginava.

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segunda-feira, 30 de agosto de 2010 inter | 11:09

O dirigente traído (mais uma vez)

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Ibra: de volta a Milão, agora no Milan

O falecido Candido Cannavò, mais importante jornalista esportivo italiano da história, certa vez definiu Massimo Moratti, dono da Inter de Milão, como “mestre na arte de justificar seu próximo mesmo quando não existem justificativas”.

Referia-se, naquela ocasião, ao fato de o generoso Moratti ter compreendido a “traição” do amigo Ronaldo: o atacante brasileiro, após longo tempo no estaleiro da Inter, deixara o clube de Milão para jogar no Real Madrid justamente depois de ter comprovado sua recuperação física na Copa de 2002. Mais tarde, pior, Moratti ainda veria Ronaldo com a camisa do rival Milan. 

A relação do dirigente com Adriano não era muito diferente: o ex-atacante do Flamengo chegou a classificar Moratti como uma espécie de pai, tamanho foi seu carinho e compreensão com as pisadas na bola do Imperador. Hoje, Adriano joga na Roma, principal perseguidora da Inter nos últimos anos de calcio, e foi muito vaiado por sua antiga torcida na final da Supercopa da Itália.

No último sábado, por fim, o Milan oficializou a contratação de Ibrahimovic, o astro dos scudettos conquistados pela Inter em 2007, 2008 e 2009. Pessoalmente, Moratti não gostava do sueco como dos brasileiros. Mas esta terceira traição, pelo menos em termos de desempenho técnico, tem tudo para ser a mais dolorosa.

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sexta-feira, 28 de maio de 2010 jogadores, mercado, roma | 10:30

Imperador de Roma

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“É um risco que estamos dispostos a correr” foi o comentário do técnico da Roma, Claudio Ranieri, a respeito da contratação de Adriano. A frase dá boa dimensão de quão difícil é fazer qualquer previsão a respeito do desempenho do atacante na capital italiana.

Hoje, pode parecer difícil apostar no sucesso do jogador, embora motivos para isso não faltem. Cito quatro:

1) Em Roma, Adriano se juntará a um elenco que, apesar da derrapada inicial no último Campeonato Italiano, mostrou força e qualidade para brigar de igual para igual com a poderosa Internazionale, campeã européia — lutou até a última rodada pelo título.

2) Chegará a uma cidade mais quente, bela, alegre e permissiva que Milão, a uma cidade onde até um doidão como o talentoso Antonio Cassano triunfou. Ao mesmo tempo, não viverá a anarquia do Flamengo, onde ele tudo podia e nada devia. Roma, neste caso, parece um meio termo saudável ao atacante.

3) Estará ao lado de muitos brasileiros que poderão minimizar a saudade da terra natal — Doni, Juan, Taddei, Júlio Baptista, Júlio Sergio e Artur —, mas nenhum deles, até onde sei, costuma andar empunhando metralhadoras por aí.

4) Não será a vedete-mor da companhia, posto que sempre coube e continuará cabendo a Francesco Totti. O que diminuirá o assédio da imprensa, com o qual ele sempre mostrou grande desconforto, sobretudo quando abordada sua vida pessoal.

Dentro e fora de campo, para acreditar que Adriano dará certo na Roma, bons motivos não faltam. Resta saber se bastam.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2009 jogadores, milan | 12:02

Perdido por Adriano

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nazionale_primaParece que não era só um boato. Como informa o Corriede dello Sport de hoje, Ariedo Braida, dirigente do Milan, estava mesmo no Rio de Janeiro para “analisar o desempenho e a forma física de Adriano”. Pirou.

Os milanistas já não conhecem o atacante do Flamengo, que, caso tenham esquecido, é aquele mesmo da rival Inter? Não sabem que não é sua forma física e tampouco sua qualidade técnica que precisam de análise (e a palavra veio a calhar)? Vieram analisar o que? Se Adriano está fazendo gols? Se está magrinho? Se está jogando bem?

Tudo isso pouco importa, e o exemplo do ano passado, do bom desempenho de Adriano no São Paulo seguido pelo enésimo fiasco na Inter de Milão, já deveria valer como lição.

Para sair do buraco em que se encontra, a escolha de Adriano como reforço parece a mais infeliz que o já conturbado Milan poderia fazer hoje. A não ser que se dispusesse, a partir de agora, a começar seu ano disputando a Taça Guanabara e encerrá-lo jogando o Brasileirão.

E que também viesse a permitir certos privilégios como, por exemplo, faltar em treinos — coisa que talvez não seja tão “bem encarada” por jogadores como Nesta, Pirlo e Seedorf como é pelos atuais colegas de Adriano do Fla.

O interesse do Milan em Adriano só comprova que o clube está mais perdido do que nunca, atingindo níveis maradonianos. Seu Braida, quer um conselho? Deixe o Adriano quietinho no Rio de Janeiro. E vai gastar sua (hoje pouca) grana no Luis Fabiano, vai…

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sexta-feira, 3 de julho de 2009 Sem categoria | 13:02

Eles gostam…

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Adriano faltou a mais um treino do Fla. Já é a terceira vez, apesar do pouco tempo do atacante no Rio, e daqui a pouco isso não vai mais ser notícia nem aqui no Brasil.

Mas os italianos, pode ser impressão minha, estão “se divertindo” por Adriano continuar igualzinho, cá como lá. Não fosse assim, o brasileiro não mereceria a capa do site Gazzetta dello Sport, como agora:

Adriano, na Gazzetta

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segunda-feira, 18 de maio de 2009 campeonato italiano, inter | 13:51

O post da campeã

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Não foi a suína, mas uma gripe feia me pegou de jeito. Motivo pelo qual apareço por aqui apenas dois dias depois de anunciado o tetracampeonato italiano da Inter. Ainda assim, vamos a algumas breves observações sobre o incontestável título nerazzurro e uma análise rápida sobre a importância de todos aqueles que participaram com pelo menos um joguinho da conquista.

O PESO DE CADA UM
Gostaria de dedicar uma ou duas linhas a cada um dos jogadores. Mas por enquanto, para não atrasar ainda mais o posta da campeã, vamos apenas com a classificação ‘galáctica’, por estrelas. Se vocês discordarem demais, coloco as justificativas depois, combinado?

* * * * *
Ibrahimovic e Júlio César

* * * *
Maicon, Cambiasso, Stankovic, Zanetti e Balotelli

* * *
Córdoba, Maxwell, Figo, Santon, Chivu, Mancini, Muntari, Samuel e Burdisso

* *
Materazzi, Crespo, Obinna, Adriano, Quaresma, Vieira e Júlio Cruz

*
Dacourt, Orlandoni, Toldo, Gimenez e Rivas

COISA DE AMIGO
Correu sites, jornais e TVs do mundo todo a imagem do goleiro Júlio César comemorando o tetracampeonato italiano da Internazionale com duas camisas de Adriano: uma que ele próprio vestia e outra que exibia à torcida para que ela aplaudisse seu ex-companheiro de time. E os torcedores aplaudiam. Um pouco, claro, porque torcida campeã aplaude até poste. E muito porque era Júlio César, talvez o segundo jogador mais importante do título, depois de Ibrahimovic, quem lhes pedia para aplaudir.

Mas que não se iludam aqueles que viram as cenas daqui do Brasil: não deve haver um torcedor da Inter, um italiano sequer que classifique como contribuição ao título os 12 jogos e 3 gols que Adriano fez na campanha do tetra. Seu feito mais impressionante na temporada talvez tenha sido o de tirar do sério e arrancar palavras duras de Massimo Moratti, o elegante dono da Inter cuja principal característica na relação com seus contratados é o paternalismo e o dom de perdoar (como pudemos ver, aliás, com o próprio Adriano).

Nem mesmo Júlio César, autor da generosa homenagem, deve achar que Adriano foi importante para a conquista. Seu gesto no domingo foi apenas o gesto de um grande amigo. E os aplausos da torcida um gesto de gratidão… a Júlio César.

MUDOU POR QUE?
Perguntado sobre qual teria sido o valor agregado pela chegada de José Mourinho em relação a Roberto Mancini, já que ambos tiveram o mesmo resultado (título italiano e derrota na Liga), Moratti saiu-se com essa: “Manter no grupo a vontade de vencer, o que não é fácil após três títulos seguidos”. Saiu-se bem.

ÁGUA NO VINHO
O jogo deveria ser só de festa, mas… Contra o Siena, Ibrahimovic ficou bravo com Balotelli porque este preferiu fazer o segundo gol da Inter ao invés de tocar a bola para o sueco, que briga pela artilharia do Italiano. Irritado, Ibrahimovic pediu para sair. Mourinho se recusou a tirá-lo. E, final feliz, como tinha que ser num jogo de festa, Ibra acabou marcando o terceiro.

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terça-feira, 12 de maio de 2009 jogadores | 13:10

Os piores brasilianos

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Vamos à coluninha de hoje (em versão estendida) do Jornal Placar.

O Brasil que dá errado

Semana passada, já em clima de fase final de campeonato (decidido), usamos este espaço para eleger os 10 principais brasileiros do Italiano. Como o panorama não mudou, faremos agora o inverso, escolhendo os 10 que, de um jeito ou de outro, deixaram seus torcedores a ver navios. Vamos a eles:

1) Adriano (Inter):
Como a paciência do clube parecia infinita, ele mesmo tratou de pedir o boné, consolidando a queda definitiva de seu “império” em Milão;

2) Ronaldinho (Milan):
No início, até lembrou o velho jogador do Barcelona. Rapidinho, porém,voltou a ser o Ronaldinho da seleção. Temporada decepcionante, tanto que sua saída já é cogitada;

3) Mancini (Inter):
No início da temporada, era para ser um dos principais reforços do time de José Mourinho. Virou um reserva pouco prestigiado;

4) Emerson (Milan):
Em sua segunda temporada pelo time de Milão, apesar da lesão de Gattuso, atuou apenas em mais 12 joguinhos (a maioria entrando do banco) e anunciou seu adeus. Não deixará saudades;

5) Doni (Roma):
Na temporada passada foi um dos destaques do torneio, chegando a ser convocado para a seleção. Neste ano, falhou bem mais e passou a ser um goleiro discutido para o próximo Italiano;

6) Kerlon (Chievo):
Mais uma vez, sofreu com lesões. Mas para quem esperava muitos malabarismos…. Foram só três jogos do Foquinha no Italiano, todos saindo do banco;

7) Coelho (Bologna):
No início do ano, o lateral-direito disse “não” ao Palmeiras porque se diz feliz na Itália. Mas jogos como titular pelo ameaçado time de Bolonha foram só dois;

8) César (Bologna):
Está definitivamente em decadência. Lembrou muito mais os recentes tempos de Internazionale do que os bons momentos de destaque na Lazio;

9) Cicinho (Roma):
Para quem chegou com status de superstar, recebido por centenas de torcedores no aeroporto do Roma, deixou a desejar (e ainda criou algumas confusões);

10) Dida (Milan):
Quando Abbiati se machucou, viu uma pequena chance de voltar a ser titular da equipe. Mas… logo voltou ao banco, de Kalac, que foi o primeiro titular do ano e também havia deixado a posição por causa de lesão.

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quarta-feira, 29 de abril de 2009 campeonato italiano, copa da itália, inter, jogadores, roma | 17:36

Giro d’Italia

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Ciao, ragazzi. Enfim, consegui voltar. Então vamos correr. Primeiro, com a coluna de ontem no jornal Placar, que também voltou. Falando de Inter (e um pouquinho de Milan e Marilungo, sabem quem é?).

reprodução Jornal Placar
reprodução Jornal Placar
 

Aí, pra dar uma passada corrida em outros (ou nos mesmos) temas, vale também dizer que:

* O Milan na verdade, talvez devesse ver com bons olhos o confronto que tem contra a Roma. Afinal, entre os adversários mais importantes que enfrentou no Italiano, o time da capital já tomou de 4 da Lazio, da Fiorentina, da Inter, da Juventus…

* A informação teve que ser limada por falta de espaço na coluna, mas vale lembrar que o tal do Marilungo foi eleito o melhor jogador do último torneio de Viareggio, uma espécie de “Copa SP” dos Italianos. É mais uma credencial para acreditar no moleque, tanto ou até mais do que os dois gols do domingo passado. 

* A final da Copa será entre Sampdoria e Lazio, dois times dos quais se esperava um pouco mais no Italiano. Ambos tem, portanto, a chance de salvar a temporada. E eu ganho a chance de provar que tinha alguma razão ao escolher a Samp para contar com um destaque especial no último Guia dos Europeus da Placar (houve quem me criticasse por isso). Na verdade, me perdoem a imodéstia, já provei ter alguma razão, porque era um único nome, o de Cassano, que justificava aquele espaço especial. E, não sei se vocês concordam, mas Cassano provou ser, neste campeonato, o melhor jogador italiano da atualidade. Escolhas de Lippi à parte.

* Diiiiiiiizem, como diria Avalone, que o Berlusconi está insistindo para Leonardo ser o próximo técnico do Milan. Dizem que ele quer porque quer! E não só no Milan, mas na Itália, quando Berlusconi quer porque quer…  vale lembrar, porém, que se Leonardo quiser assumir o Milan em breve, terá que contar com um “técnico oficial de fachada” (Tassotti?), porque na Itália só quem tem o “diploma” de treinador pode dirigir times na Série A. E Leonardo é apenas um recém-matriculado na ‘scuola para mister’.

* Ao que parece, pelas notícias que chegam da Itália, a Juve resolveu fechar logo a contratação de Diego, nem que para isso tenha que pagar os 25 milhões de euros que o Werder Bremen pede. Não sei se isso é indicação de alguma coisa, mas vale lembrar que Claudio Ranieri, o (hoje contestadíssimo) técnico da Juve, sempre foi um dos menos entusiastas da chegada do meia. Dizia ele que, para contar com Diego, o time teria que “mudar o jeito de jogar”. Então, pelo jeito, vai mudar. Resta saber que técnico definirá essa nova forma. Se o próprio Ranieri ou não…

ps. Não sei se foi uma provocação do pessoal da placar essa bandeirinha na coluna. Mas o Rogério Andrade, presidente do Thank God For Football, me deu uma boa explicação: trata-se de uma homenagem à Inter e sua camisa comemorativa… então tá.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009 jogadores, Sem categoria | 12:54

Rapidinho

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Juro, eu nem ia escrever nada. Afinal de contas, muito compreensivelmente, a Mulher Moranguinho disse que não quer “se expor demais”. A gente sabe. Mas não dá pra não reproduzir aqui essa histórica tradução para o italiano da alcunha da nova namorada do Adriano. “Sexy fragolina” é demais. Vejam o site da Gazzetta:

Reprodução

Pronto, parei. Não quero expor demais a rubra fruta.

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quarta-feira, 15 de abril de 2009 inter | 10:19

Adriano pode (será?) ficar na Inter

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Gilmar Rinaldi, procurador de Adriano, desembarcou ontem em Milão para definir, com os dirigentes da Inter, o futuro do jogador. Mas o clube italiano adiou o encontro, muito provavelmente para hoje.

Diz a Gazzetta dello Sport que o clube ainda não definiu bem que postura tomar em relação a Adriano, que na última quinta-feira anunciou a decisão de parar de jogar futebol temporariamente. Sabem, porém, que querem definir o assunto rapidamente.

No desembarque em Milão, ainda no aeroporto de Malpensa, Rinaldi falou com a imprensa italiana. E adotou, como já era de se esperar, um tom nada beligerante — a própria Gazzetta analisa a postura como “previsível” já que, provocada, a Inter pode exigir que o rompimento do contrato seja unilateral e que Adriano pague a multa por não cumprir suas obrigações profissionais (hoje o clube admite a rescisão amigável como principal possibilidade).

Talvez seja só isso mesmo, mas Rinaldi não descartou a possibilidade de Adriano ficar na Inter, e isso não pode ser ignorado. Disse ele: “O Adriano ainda tem um ano e dois meses de contrato e não podemos excluir sua permanência na Inter. Até porque não existem outras ofertas e, por respeito, a Inter deve ser o primeiro time com o qual devemos falar: qualquer outra avaliação só acontecerá depois disso”.

Rinaldi também afirmou que o jogador precisa apenas de “um ou dois meses parar se reencontrar” e repetiu a velha máxima dos jogadores da Inter, segundo a qual Adriano precisa esfriar a cabeça para “reencontrar primeiro o homem e depois o jogador”.

Gilmar Rinaldi, como sempre, está fazendo tudo certinho, tentando arrumar as pisadas na bola de Adriano.

Não acho que o atacante tenha errado ao anunciar seu “afastamento temporário dos campos”: pelo contrário, foi sua atitude mais honesta nos últimos anos de carreira. Mas, se Adriano tivesse avisado a Inter antecipadamente ao invés de simplesmente não voltar a Milão e informar o clube da decisão “via coletiva de imprensa”, Gilmar Rinaldi provavelmente não precisaria, hoje, adotar um discurso pacificador.

Porque a história recente da Inter comprova: pedindo com jeitinho, o clube provavelmente teria aceitado a decisão do jogador, assim como perdoou seus inúmeros deslizes.

Mas Adriano não pediu, e agora cabe a Gilmar Rinaldi reparar os danos. Aliás, é uma pena para Adriano que Gilmar não possa jogar em seu lugar.

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