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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008 copa do mundo, Sem categoria | 13:23

primeiro, sobre capello

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Capello, animadão, cumprimenta Rooney, seu “único” atacante

Por motivos técnicos/editoriais, não consegui ver nem o jogo da Itália contra Portugal nem a estréia de Fabio Capello com o English Team. Pra não deixar passar em branco a vitória azzurra, mais tarde, colocarei aqui as notas da Gazzetta para portugueses e italianos — e um pouco mais, se for o caso.

Já para os comentários de Inglaterra x Suíça, além de recomendar o blog Thank God For Football, reproduzo aqui os comentários que recebi por email do meu amigo Arnaldo Ribeiro, redator-chefe da revista Placar e comentarista do jogo, ontem, pela ESPN Brasil.

Poucos caras no Brasil conhecem o futebol inglês e o English Team como ele. Então, podem ter certeza, vocês estão mais bem servidos com os comentários dele sobre a estréia de Capello do que com os meus ou de qualquer um outro. Lá vão, aproveitem:

“Quatro pontos positivos da estréia de Capello

1. Comprometimento: palavra batida, mas foi o que mais me impressionou. Era um dia especial (era; aniversário de 50 anos da “morte” do Manchester). Mas o que chamou a atenção foi como o time brigou, levou a sério e comemorou os gols (todos juntos, com gana, coisa rara). Parecia que todos sabiam a importância desse primeiro jogo.

2. Novo esquema tático: só Rooney na frente, como, aliás, ele gosta de jogar. Owen é um ex-jogador. Ficou no banco e nem entrou. Crouch, que até forma boa dupla com Rooney, entrou no segunda tempo para reativar uma parceria que deve ser utilizada quando os ingleses precisarem pressionar o adversário, quando estiverem perdendo. Só com Rooney na frente, o time pode juntar todos os meias talentosos dessa geração: Lampard, Gerrard, Beckham (por que não?) e Joe Cole. Ontem, só Gerrard e Cole jogaram. Lampard estava machucado.

3. O novo líder: Gerrard ganhou a faixa de capitão e a camisa 10 (antes a dele era a 4). Não jogou de forma brilhante, ainda está tímido, mas é certamente o melhor jogador inglês em anos. Precisa liderar o time como faz no Liverpool. É isso que Capello está tentando fazer.

4. Novas-velhas apostas: Capello surpreendeu na escalação, optando pelos jogadores que mais se encaixavam no seu esquema, sem pensar na idade e no histórico do cara, nem no clube que ele joga. No gol, voltou James, 37 anos, mas ainda o melhor goleiro inglês. Na zaga, ao lado de Ferdinand, jogou Upson, do West Ham, que nunca era convocado (Terry está machucado e Carragher diz que não joga mais pela seleção). Na meia, com a 7, no lugar de Beckham, jogou Bentley, praticamente um estreante. Todos esses “novatos” jogaram demais. Foram bem mesmo.”

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