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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 fora dos campos, fotos, imprensa, jogadores | 15:30

O menino de Belen

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O penúltimo post, da cueca de Mirko, rendeu a este blog algumas críticas — algo que sempre ocorre quando, sempre por algum motivo estritamente jornalístico, damos espaço a um homem de cueca por aqui.

Entre as críticas, as mais construtivas clamavam por um post compensatório, sobre o fim do romance entre o atacante Boriello, do Milan, e a modelo-atriz-e-big-sister Belen Rodriguez. Um pedido justo.

Afinal, a gente sabe como problemas afetivos podem levar o desempenho de alguns jogadores pro buraco. E pouco importa se Boriello só voltará a jogar em 2009 porque está machucado. Esses problemas às vezes perduram. Daí a importância jornalística do fato. (E aí? Convenci alguém?)

O babado (hihi), resumidamente, é o seguinte: a tal da Belen participou da Isola dei Famosi, que é (mais) uma espécie de Big Brother italiano, numa ilha. Lá, é claro, engraçou-se com um tal de Rossano Rubicondi. Boriello não gostou e acabou com tudo.

Agora, numa entrevista à revista Vanity Fair que saiu hoje, o jogador do Milan abriu o coração. Disse ele: “Não tenho nenhuma intenção de voltar. Quero colocar uma pedra sobre esses anos belíssimos que vivi”; “Posso ser um napolitano tradicionalista, mas imagino uma mãe diferente para os meus filhos”; “Ela brinca com esse jeito de fêmea latina e isso sempre foi motivo de discussão. Não é questão de chifres ou de orgulho ferido, ainda que não me agrade ver a Itália inteira tirando sarro de mim. Mas o problema é outro: Belen está convencida que tudo isso faz parte do seu trabalho. E eu não quero isso”; “Devo agradecer aos meus colegas de Milan, que nunca tocaram nesse assunto, nem para fazer uma piadinha no vestiário”.

Pronto. A história tá contada. E agora, enfim, atendendo aos pedidos, “la Belen” (que é argentina). Quem quiser mais, que recorra ao bom e já velho Google.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2008 copa da uefa, milan | 18:14

Na Uefa, só deu Itália

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Quatro jogos com italianos, quatro vitórias — mas com significados bem diferentes.

Milan 3 x 1 Zurich
Se o Milan estava mesmo pensando em emprestar Pato à Udinese, deve ter mudado de idéia. E não só pelo golaço do brasileiro, mas pela boa partida e disposição. Depois, no meio do segundo tempo, Boriello entrou no seu lugar e marcou logo de cara. Sei não, mas acho que não será surpresa se Ancelotti optar por transformar os dois em titulares do Milan logo logo. O que poderia até ter acontecido hoje.

Mas o técnico preferiu começar com Boriello no banco, porque ele ainda está voltando de lesão. E também, acho, porque era uma boa chance de Shevchenko voltar a marcar, ganhar confiança e voltar a ser o velho Sheva do Milan. Só que o ucrâniano ficou no quase. Quase fez dois golaços: um de bicicleta, bem defendido pelo goleiro, outro depois de uma bela jogando, livrando-se do zagueiro, mas que acabou no travessão.

Ronaldinho Gaúcho entrou no fim e, diriam os maldosos, depois disso o jogo foi 1 x 0 Zurich. O que não tem nada a ver, claro. E, sobre o Dida, parece que a escolha do Abbiati realmente não é a pior que Ancelotti poderia ter feito para ser titular do Milan hoje. Mas se é a melhor, como ainda há Kalac, não sabemos.


Shevchenko tenta voltar a ser o velho Sheva: quase deu, duas vezes (Reuters)

Napoli 3 x 2 Benfica
Com 60 mil pessoas no estádio San Paolo, o jogo foi o recorde de arrecadação dessa nova era do Napoli — a “Era De Laurentis”. Mas, em que pese o fato de o Napoli ter enfrentado o adversário mais difícil entre todos os italianos da Uefa, o resultado não foi tão bom quanto a grana recebida.

Os dois gols feitos fora de casa podem fazer a diferença para o Benfica, que com 1 x 0 ou 2 x 1 em Lisboa passa de fase. Embora também seja verdade que, com o ataque rápido e habilidoso que tem, jogar fora de casa, nos contra-ataques, com os gols “valendo mais”, pode ser uma boa para os napolitanos.

Um diretor do Napoli já avisou que, para eles, conseguir jogar a fase de grupos da Uefa já seria o máximo no torneio, porque o time faria várias partidas para se habituar de novo com os jogos internacionais. Não sei, mas talvez tenha ficado mais difícil chegar lá depois dos 3 x 2 de hoje…

Sampdoria 5 x 0 Kaunas
Foi o melhor resultado dos italianos, com “doppietas” de Bonazolli e Cassano. Mas era em casa e, principalmente, contra o Kaunas, né?

Borussia Dortmund 0 x 2 Udinese
Certamente o melhor resultado dos italianos na Uefa: contra um adversário de respeito, fora de casa e mesmo jogando sem suas principais estrelas, Di Natale e Quagliarella, que só entraram na segunda metade do segundo tempo — Floro Flores e Inler resolveram.

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