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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 azzurra, charges, fora dos campos | 10:29

Futebol & arte

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Sobre o post abaixo, mais uma ótima charge de Milton Trajano:

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 azzurra, fora dos campos, jogadores, música e cinema | 11:52

A Itália, Gomorra e os gays

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Opa, voltei. Com duas declarações que fizeram barulho na Itália nos últimos dias. A primeira, de Fabio Cannavaro sobre o badalado filme Gomorra, de Matteo Garrone. A segunda, do técnico Marcelo Lippi sobre a (não) existência de gays no futebol.

Começando por Cannavaro:
“Para o cinema italiano, espero que Gomorra vença o Oscar. Mas não acho que o filme faça bem à imagem da Itália no mundo. Já temos muitas etiquetas negativas. Hoje mesmo um colga de clube me disse: ‘Italiano? Mafioso!’ É muito fácil que um problema local seja generalizado.”

O ótimo filme a que Cannavaro se refere, vencedor do Grande Prêmio do Juri em Cannes e candidato italiano na disputa pelo Oscar de melhor filme estrangeiro, é esse do vídeo abaixo — curiosidade: três dos atores que participam do filme já foram presos recentemente por, adivinhem, envolvimento com a máfia.

O livro, de Roberto Saviano, me parece ainda melhor — embora eu esteja apenas no começo. Para quem não sabe, o autor se infiltrou na máfia napolitana para escrever o livro que deu origem ao filme. Hoje, ameaçado de morte, vive sob forte proteção policial.

Agora, as declarações de Lippi:
“Honestamente, acho que não existem jogadores gays. Em 40 anos, nunca os conheci. Ninguém que tenha trabalhado comigo em todo este tempo e em tantos clubes me disse algo a respeito. Alguns jogadores podem até ter esta tendência, mas não saem por aí fazendo propostas ou manifestos, o que quer dizer não viver à luz da própria homossexualidade. No mundo existe só uma raça, a humana. Por isso não excluiria um gay ou um negro da seleção italiana. Mas acho que seria difícil, pela maneira como são os jogadores, que um homossexual possa viver nesta profissão de maneira natural. Quando treino, não gosto de fazer o papel de pai, de aconselhar. Sou um treinador, mas aprecio que os jogadores saibam que, se quiserem me confessar algo, estou à disposição. Se alguém me confessar que é gay, eu o aconselharia a viver plenamente esta realidade e, com inteligência, não modificar sua relação com os colegas. Sugeriria que ele fosse leal com sua profissão e fizesse aquilo que quisesse na vida privada.”

Para encerrar, o vídeo da entrevista completa:

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