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terça-feira, 26 de maio de 2009 azzurra, campeonato italiano, imprensa, milan, roma, vídeos | 07:03

Leonardo x Maldini. O que houve?

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Primeiro, até para contextualizar a polêmica entre Leonardo e Maldini, reproduzo abaixo minha coluna desta terça-feira no jornal Placar, sobre o episódio das vaias na despedida do capitão do Milan.

Idiotice globalizada

“Surreal”, “vergonha”, “bizarrice”. Aqui na Itália, foram estas as palavras que a imprensa usou para definir o jogo Milan 2 x 3 Roma, no domingo. Nele, o capitão milanista Paolo Maldini, um cara amado em todo o país, despediu-se da torcida do Milan. A torcida do time cuja camisa — a única de clube que usou como profissional — ele veste desde 1985 e com a qual ganhou 3 Mundiais, 5 Liga dos Campeões e 7 Italianos.

A torcida de verdade fez sua parte: encheu o estádio e levou faixas e bandeiras para homenagear Maldini, que, apesar da derrota, foi aplaudido por mais de 80% do público. Mas aqui, como aí, existem as organizadas, que organizam sua idiotice de forma globalizada. Assim, coube a eles a parte bizarra e vergonhosa da partida: insatisfeitos com declarações recentes de Maldini, segundo as quais certas críticas da torcida teriam motivações políticas e pessoais (o que, aliás, parece regra nessas instituições), eles protestaram.

Levaram uma faixa com o formato da camisa de Franco Baresi, capitão do Milan antes de Maldini, e cantaram o coro “Há somente um capitão”. Maldini, ovacionado pelo resto do San Siro, aplaudiu ironicamente. E desabafou: “Tenho orgulho de não ser como eles”.

Tem razão. Se fosse igual, e tivesse as mesmas motivações, ele certamente não teria jogado a vida toda por um só clube.

***

Agora, a polêmica Maldini x Leonardo. Que embora divulgada com estardalhaço pela imprensa italiana nos últimos dois dias, têm sido curiosamente ignorada pela Gazzetta Dello Sport — no fim das contas, a ” “principal fonte” das notícias do calcio que chegam ao Brasil.

Ao fim do jogo, Leonardo, hoje dirigente do Milan, foi abraçar Maldini como faziam todos. O capitão, porém, não quis saber de papo e afastou o brasileiro com um (nem tão) discreto empurrão.

Leonardo é o nome mais cotado para assumir o comando do time depois da iminente saída de Ancelotti (e se a Globo deu antes que toda a imprensa italiana é porque alguma fonte ligada a Leonardo, ou o próprio, deve ter passado a informação).

Hoje, especula-se muito, aqui na Itália, sobre os motivos que teriam levado Maldini a empurrar Leonardo. E há quem diga que o pessoal da velha-guarda, como o capitão, não gostou da forma como o brasileiro conduziu o processo dessa provável saída de Ancelotti (para a sua entrada). A novela promete capítulos para os próximos dias. E aí eu coloco aqui.

Veja o episódio no vídeo abaixo. Aos 5’08’’, Leonardo, de costas na imagem, começa a se aproximar de Maldini; aos 5’13’’, o italiano se recusa a cumprimentá-lo e o empurra. O ângulo desse vídeo, o único disponível no YouTube, não é dos melhores. Mas vi a imagem na TV italiana e a reação de Maldini, garanto, não deixa dúvidas (abaixo do vídeo, reproduzo reportagem do Corriere dello Sport, que publicou as telas capturadas da transmissão da Sky, que tinha melhor ângulo) .

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009 copa da uefa, milan | 18:25

A crise do Milan: problemas e soluções

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AFP

Agora não há mais o que esperar. Podemos dizer que o Milan fracassou completamente, consiga ou não sua vaga “direta” na próxima Liga. A Copa da Uefa podia, em princípio, nem ser a prioridade do time. Mas ninguém conseguirá me convencer que, depois de o Milan ter jogado a toalha no Italiano, o torneio não tinha importância. Tinha sim, e muita. Diziam alguns que era o que podia salvar a cabeça de Carlo Ancelotti. Até porque, como sabemos, é o único título que o clube não possui — e é um título que, por sua competência, o Milan tem raríssimas chances de disputar e conquistar.

No jogo de ontem, só Pato, e ninguém mais, salvou-se — recebeu nota 7 da Gazzetta dello Sport. Entre os demais, todos são candidatos a culpados. Ancelotti é o preferido da torcida, e Dida não fica muito para trás (levou um 4,5 da Gazzetta). Mas tem gosto pra tudo: Senderos, Seedorf, Berlusconi, Maldini (aliás, quando você o vê fazendo sinal pra torcida ficar quieta é que as coisas chegara mesmo no fundo do poço)…

Hoje mesmo a Gazzetta promove uma enquete para definir o motivo da eliminação. As opções: uma defesa inadequada (a preferida dos torcedores, veja abaixo), o mau preparo físico, Ancelotti (claro), a falta de prioridade à Uefa e, por fim, as lesões de alguns jogadores.

AFP 

É tão curiosa essa necessidade de escolher “um só culpado” pela crise do Milan como são indissociáveis os motivos acima. Com exceção da “falta de prioridade” para a Uefa que, como já disse, acho que não cabe aqui.

Porque as relações são fáceis, óbvias até: alguém dúvida de que a defesa inadequada só é inadequada, entre outras coisas, porque Nesta está sempre sem condições físicas de jogar futebol? Que as escolhas de Ancelotti também são em parte condicionadas por estas ausências e está má preparação? Alguém cre que se jogadores como Gattuso, Kaká (e, vá lá, Ronaldinho) estivessem jogando a história não podia ser diferente? De certa forma, todos são, com mais ou menos peso, bons motivos para justificar a eliminação.

Os problemas do Milan são públicos (e os mesmos) há tempos, não existem muitos bastidores ou “coisas a serem descobertas”. As críticas que se fazem ao Milan de hoje não são, em boa medida, tão diferentes daquelas que se faziam no ano passado. A idade, apesar da boa entrada de Pato, continua sendo uma delas. Mas também neste caso as simplificações não fazem sentido — exemplo: Zambrotta é um “novo veterano” do time, mas, embora veterano, ao meu ver, é um dos melhores da equipe.

É claro que sempre se pode, depois de uma temporada como essa, apontar novos erros. E um exemplo dessa categoria foi acreditar que Senderos, já na Inglaterra um zagueiro pouco útil, pudesse em algum momento solucionar os problemas defensivos da equipe (ou será que o erro foi mesmo um outro antigo, o de acreditar que Nesta, um dia, voltará a jogar constantemente?).

De qualquer forma, não quero cair aqui na obviedade de listar os problemas do Milan. Porque, eu aposto, as soluções são tão óbvias em termos de o que fazer com o elenco que, se eu listar todos os jogadores do clube aqui, vamos quase todos concordar em quais devem ficar, quais devem sair (ou parar) e quais podem ter uma nova chance. A maior dúvida talvez seja mesmo sobre Ancelotti, mas esse pode ser tema para um outro post.

Vamos ver? E aí? Desses caras abaixo, alguns que sequer foram usados até hoje, quem deve ficar e quem deve sair para que o Milan volte a ser o Milan em 2009-2010? E onde o time precisa de reforços?

Goleiros
Dida, Abbiati e Kalac

Defensores
Maldini, Kaladze, Nesta, Zambrotta, Jankulovski, Favalli, Senderos, Bonera, Darmian, Antonini, Felipe Mattioni e Thiago Silva

Meio-campistas
Emerson, Gattuso, Cardacio, Pirlo, Ambrosini, Beckham, Flamini, Seedorf

Atacantes
Pato, Inzaghi, Borriello, Viudez, Kaká, Shevchenko e Ronaldinho

PS: se alguém encontrar na rede a foto de Maldini pedindo à torcida para ficar quieta, por favor coloque o link aqui embaixo.

PS: e com a ainda mais doída eliminação da Fiorentina, periga, logo logo, a gente dizer que a Udinese é a Itália nas copas européias. Nesse caso, acho que seria justo este blog entrar em recesso.  ; )

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quarta-feira, 24 de setembro de 2008 charges, jogadores | 16:15

Zanetti 600 e os ‘jogadores-bandeira’

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Tenho um amigo são-paulino que não gosta desse papo de jogador-símbolo. O bicho se irrita quando, badalado, um ‘ex’ volta ao clube onde se consagrou mais pelo passado do que por qualquer outra coisa. Ele acha, resumindo, que o cara só vira ídolo de um time por uma questão de oportunidade, de estar na hora certa no time certo — e, sobretudo, não ter propo$tas melhores de outras equipes naquele momento.

Javier Zanetti acaba de entrar em campo contra o Lecce e completar 600 jogos pela Internazionale. E falo de jogos oficiais. Partidas do tipo valeria-pra-contagem-de-gols-do-romário não entram na brincadeira: são 433 pelo Italiano, 112 em copas européias e 55 em copas nacionais. Amistoso contra o La Spezia, nem pensar, tá fora. Jogos contra o time do exército argentino ou os padres de Milão também.

Zanetti está na Inter desde 1995 e é o terceiro jogador que mais atuou pelo clube, atrás apenas de Giacinto Facchetti (634) e Giuseppe Bergomi (756). E se a gente levar em conta que, apesar dos 35 anos, só no Italiano passado Zanetti atuou 38 (!) vezes, Facchetti deve perder a vice-liderança ainda nessa temporada.

Mas, voltando ao amigo são-paulino, sou o contrário dele. Adoro que um ídolo dos velhos tempos volte para o meu time. Acho demais que o craque da minha equipe frequentasse as arquibancadas como torcedor antes de virar jogador. O cara nunca ter vestido outra camisa, então, é o máximo que pode haver.

Pode ser romantismo e, no caso do Brasil, quase utopia (Marcos, Ceni e quem mais?). Na Itália (e na Europa em geral), porém, contar com um jogador com esse perfil, o perfil de Zanetti, é quase que obrigatório para os grandes times. Acha que não? Então dê uma espiada aqui:

PAOLO MALDINI, MILAN
40 anos e 873 jogos pelo clube
Ganhou “só” 7 Campeonatos Italianos, 5 Ligas dos Campeões, 3 Copas Intercontinentais (inclui Mundial), uma Copa Itália, 3 Supercopas Italianas e 4 Supercopas Européias. Falta só a Uefa: será agora?

JAVIER ZANNETTI, INTER
35 anos e 600 jogos pelo clube
Ganhou 3 Campeonatos Italianos, 2 Copas Itália, 4 Supercopas Italianas e uma Copa da Uefa.

ALESSANDRO DEL PIERO, JUVENTUS
33 anos e 564 jogos pelo clube
Ganhou 5 Campeonatos Italianos, uma Liga dos Campeões, uma Copa Intercontinental, 4 Supercopas Italianas, uma Supercopa Européia e uma Copa Intertoto.

FRANCESCO TOTTI, ROMA
32 anos e 510 jogos pelo clube
Ganhou um Campeonato Italiano, duas Copas Itália e duas Supercopas Italianas.

Mas nem tente definir qual deles é mais “símbolo” do seu time. Os números de Maldini, óbvio, são praticamente imbatíveis. Mas garanto que interistas, juventinos e romanistas têm todos bons argumentos para eleger o seu ídolo como “rei dos reis”.

Para saber tudo sobre a rodada, incluindo os detalhes dos jogos dos grandes, clique aqui.

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quinta-feira, 26 de junho de 2008 azzurra, milan, Sem categoria | 13:22

vocês comentam?

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O motivo, eu já disse, é o novo canal de esportes que o iG em breve lançará. O fato são essas longas e indesejáveis ausências, que tão logo o novo canal saia, eu prometo, cessarão.

Mas mesmo sem tempo para comentar, queria deixar aqui duas “notícias” (não sei bem se a primeira pode ser classificada assim) da agência Ansa para os comentários de vocês. Pode ser?

PAOLO MALDINI COMPLETA 40 ANOS DE IDADE

MILÃO, 26 JUN (ANSA) – “Parabéns de coração, capitão” foi a mensagem enviada pelo Milan, através de seu site, desejando feliz aniversário ao jogador Paolo Maldini, que festeja seus quarenta anos de vida nessa quinta-feira.

O jogador, símbolo do clube de Milão, irá comemorar a data em Miami, onde passa férias com a família.

Após 23 anos de carreira e 1.009 partidas oficiais, o jogador decidiu continuar ativo por mais uma temporada, sempre com a camisa do Milan, única equipe na qual jogou em toda sua carreira como profissional.

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DONADONI NÃO É MAIS O TÉCNICO DA SELEÇÃO ITALIANA

ROMA, 26 JUN (ANSA) – Roberto Donadoni não é mais o técnico da seleção da Itália, comunicou nesta quinta-feira a Federação Italiana de Futebol (FIGC) ao final de uma longa reunião entre seu presidente, Giancarlo Abete, e o comandante da equipe desde julho de 2006.

“O presidente Abete recebeu hoje na sede da FIGC o técnico da seleção, Roberto Donadoni. No decorrer do encontro, como anunciado, foi feito um balanço da atividade desenvolvida nos últimos dois anos e no andamento dos campeonatos europeus”, disse a FIGC em um comunicado divulgado à imprensa.

“Ao confirmar a Donadoni sincera estima pessoal e respeito pela seriedade e o empenho profissional que marcam seu trabalho no comando da seleção, o presidente Abete também comunicou ao técnico a decisão da FIGC de dar como finalizada a relação contratual”, continuou a nota.

* Atualizando: e Marcelo Lippi está de volta.

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quinta-feira, 24 de abril de 2008 inter, milan, Sem categoria | 15:41

adriano na inter e a faixa do milan

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Dois assuntos milaneses para recomeçar. Primeiro, a entrevista que Adriano concedeu à Gazzetta dello Sport, na qual diz que “não vê a hora de voltar à Inter”. Essa frase, claro, já foi bastante explorada pela imprensa brasileira, como não poderia deixar de ser.

Mas li a entrevista completa na edição impressa do jornal e, acho, não é bem com isso que os são-paulinos deveriam se preocupar. Afinal, que o Imperador voltaria mesmo à Europa se estivesse jogando bem aqui — e está — todo mundo já sabia.

Mais triste para os são-paulinos, acho, foi a resposta à pregunta “Dos jogadores do São Paulo, quem você aconselharia (à Inter)?”. A resposta: “Hernanes: ele me lembra muito o Pirlo, e não completou nem 23 anos”. Essa perda, inesperada pelo menos a curto prazo, seria ainda mais desagradável para o Tricolor.

E a faixa do Milan vai para…
Maldini, uma hora ou outra, vai ter que parar. E o site da Gazzetta dello Sport já pergunta aos torcedores quem deve assumir a faixa de capitão milanista quando isso acontecer. O resultado:

Fiquei surpreso. Porque, tá certo que Maldini tenha “indicado” Ambrosini por causa do critério “tempo de serviço prestado ao clube”, mas achei que os torcedores fossem se dividir em duas categorias: aqueles que gostariam de ser representados pelo “espírito” de Gattuso e os que prefeririam ver “a classe” de Kaká na função.

Mas parece que a moral do Maldini no Milan realmente não tem limites…

PS: Brasil e Itália marcaram um amistoso para o início de 2009, em Londres.

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008 milan, Sem categoria | 19:51

kaká e o milan. até 2027?

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O Milan anunciou hoje ter renovado o contrato com Kaká até 30 de junho de 2013. Dois anos a mais que o antigo contrato, portanto. O valor do novo acordo, se é que mudou (o anterior era 6 milhões de euros por temporada, teto salarial do clube), deve ser divulgado amanhã pela Gazzetta dello Sport, como de costume — o Milan não o faz.

O fato é que se Kaká cumprir seu contrato até o o fim terá então 31 anos. Assim, já terá passado do auge, fazendo naturalmente com que outros clubes não ofereçam mais fortunas impensáveis pelo seu futebol, como já fizeram Real Madrid e Chelsea.

Com 31 anos, se não deixar o time, Kaká completará sua 10ª temporada no Milan. Já poderá ser o seu capitão (até lá o Maldini pára, garanto) e igualar, junto à torcida milanista, a idolatria que os torcedores da Roma têm por Totti, duas coisas com as quais ele disse sonhar em uma antiga entrevista à revista Placar.

Agora, se quiser igualar as 24 temporadas que o atual capitão Maldini completará com o Milan neste ano, Kaká vai ter que jogar até 2027, quando terá 45. Quem sabe. A ciência evolui rápido, né?

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008 liga dos campeões, Sem categoria | 11:31

40 anos, 1001 jogos, nota 8

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Maldini, à esquerda: 40 anos, brincando de Bruce Lee (Reuters)

Antes da rodada, eu e meio mundo considerávamos Arsenal x Milan o confronto mais indefinido das oitavas-de-final da Liga. Depois da rodada, sigo na mesma. Não consegui ver o jogo inteiro ontem e diante disso não vou me arriscar a comentar as notas da Gazzetta.

Mas chama atenção, claro, a nota 8 para Maldini, que está prestes a completar quarentinha e que no último sábado chegou aos 1000 jogos como profissional. Talvez o jornal até tenha deixado se levar pelo fato de o veterano ter sido aplaudido pela torcida do Arsenal no fim do jogo (é uma pena que esse tipo de coisa só aconteça na Inglaterra…).

De qualquer forma, ainda que tenha levado meio pontinho de lambuja por isso, receber um 7 ou 7,5, aos 40 anos, no jogo que pode ser facilmente classificado como o “mais forte” do planeta hoje, não é pra qualquer um.

E assim continuo batendo na mesma tecla quando o assunto é Milan: se souber dosar o uso de suas reservas e priorizar a Liga, de novo, o time pode ir longe.

MILAN
Kalac 6,5, Oddo 7, Nesta 7 (Jankulovski 6), Kaladze 7,5, Maldini 8; Gattuso 6, Pirlo 5,5, Ambrosini 7, Seedorf 5 (Emerson s/n), Kaká 5, Pato 5 (Gilardino s/n). Técnico: Carlo Ancelotti 6,5

ARSENAL
Lehmann 6, Sagna 6, Toure s/n (Senderos 6), Gallas 6, Clichy 5,5, Eboué 6,5 (Walcott), Fabregas 6, Flamini 6,5, Hleb 7, Eduardo 5 (Bendtner 5), Adebayour 6, Técnico: Arsenè Wenger 6

PS (13h57): Perguntei sobre a nota do Maldini a um felizardo amigo que viajou a Londres para ver o jogo . A resposta: “Fiquei pertinho do Maldini no primeiro tempo. Ele parece eu no soçaite. Joga só com a experiência, não agüenta mais andar. Ele é super bom, mas não fez nada de extraordinário. Quando a coisa tá engrossando, tocam pra ele que ele arredonda”.

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