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Posts com a Tag materazzi

terça-feira, 25 de maio de 2010 inter, liga dos campeões | 16:08

O choro de Mourinho

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Para quem duvidou de Massimo Moratti, dono da Internazionale, quando ele disse que José Mourinho tinha “chorado muito” depois da final da Liga dos Campeões contra o Bayern, no Santiago Bernabéu, eis a prova em vídeo. Aliás, o abraço e o choro comovido no adeus a Marco Materazzi também dão boa dimensão da ligação do técnico português com seus jogadores.

A emoção, Mourinho explicou logo na coletiva depois da partida, era um misto de felicidade pela tão sonhada conquista da Liga e tristeza pelo adeus, que já era uma certeza. Assista:

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010 copa da itália, jogadores, roma | 20:13

Cinco curtas

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derossi* A Roma está nas semifinais da Copa da Itália depois de bater o Catania por 1 x 0. Gol de De Rossi (foto AP), que, como de costume, quando Totti não joga, sobra no time da capital. Time que não contará com Luca Toni por pelo menos um mês e que por isso, como ficou claro hoje, volta a precisar de um centroavante — Okaka até ajeitou para o gol de De Rossi, mas…

* Cicinho, pretendido pelo São Paulo, estava no banco. Não parecia tão infeliz como dizia estar: foi um dos que mais vibrou com o gol de De Rossi. O que condiz com a informação publicada hoje pelo diário Lance!, segundo a qual Cicinho não estaria disposto a reduzir seu salário para jogar por aqui. Aliás, Motta, titular da lateral-direita no jogo de hoje, está perto do Manchester City, segundo jornais ingleses. Será que, se o perder, a Roma realmente liberaria o brasileiro? Parece improvável.

* Materazzi, da Inter, ligou para Silvio Berlusconi para “esclarecer” o fato de ter comemorado a vitória no derby com uma máscara do primeiro ministro italiano. O dono do Milan, segundo a Gazzetta dello Sport, compreendeu e disse não ter visto maldade no gesto do polêmico zagueiro. De fato. Foi uma piada (engraçada) e só. Mas Materazzi acabou punido com um cartão amarelo pelo gesto: punido pelo tribunal, não pelo árbitro.

* Como de costume, apesar da vitória, não foram leves as frases de José Mourinho acusando a arbitragem de favorecer o Milan no derby de domingo. Reclamou, entre muitas coisas, do pênalti para o Milan. Segundo o português, “Ronaldinho tinha grandes chances de acertar. Afinal, é um batedor experiente: tem um pênalti por semana para bater…”

* Depois de tanta propaganda que fiz para Antonio Cassano, da Sampdoria, seria canalhisse não citar sua má fase por aqui. Má fase que o tirou até do banco do último jogo e que, provavelmente, o tiraria também dos próximos. Hoje, diz a Samp, Cassano se machucou. E assim o motivo de sua ausência nas próximas partidas será outro…

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terça-feira, 21 de julho de 2009 inter, jogadores | 10:06

Phillipe Coutinho x Materazzi

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Na última sexta, a promessa-vascaína-já-vendida-à-Internazionale, Phillipe Coutinho, tomou uma bronca do ábritro Luís Alberto Sardinha Bites depois depois de fazer algumas ‘firulas’ na vitória do Vasco por 3 x 0 sobre o ABC, pela Série B. “Vamos jogar bola”, ouviu de Sua Senhoria.
 
Não foi a primeira vez que Coutinho foi repreendido por, digamos, exibir suas habilidades em campo. No breve ‘reconhecimento’ que fez na Inter de Milão, onde chegará pra valer no ano que vem, Phillipe Coutinho já havia sido repreendido, com um pouco mais de bom humor, pelo zagueirão Marco Materazzi.

A história está na edição da revista Placar que chega às bancas nesta semana. Uma das matérias de capa da publicação (especificamente a capa do Rio de Janeiro) traz justamente um perfil sobre o jovem Phillipe Coutinho. E um breve trecho do perfil conta o ‘causo’ com Materazzi:

O interesse de clubes europeus começou em 2007, quando Philippe se destacou na Seleção Brasileira campeã do sul-americano sub-15. O primeiro clube a procurá-lo foi o Real Madrid, denunciado pelo Vasco à Fifa e à Uefa por assédio. Philippe ainda tinha 15 anos, e pela lei brasileira só poderia assinar seu primeiro contrato profissional aos 16. O clube de São Januário se resguardou. Quando Philippe atingiu a idade, em 12 de junho do ano passado, assinou contrato com o Vasco, que o negociou com a Inter no mesmo mês.

Logo depois, passou uma semana em Milão para fazer exames médicos. O técnico José Mourinho o colocou para participar de dois treinos. Logo no primeiro, um coletivo, o menino meteu uma bola entre as pernas de Materazzi. “Quando cheguei no vestiário, o massagista me disse que se eu fizesse isso de novo me pagaria o lanche a semana toda. E o Materazzi disse que se eu fizesse de novo, me mandaria para o hospital”, conta Philippe, rindo. Por via das dúvidas, ele não fez de novo. “Não tive a oportunidade”.

PS1: A diversidade de opiniões nos comentários do post anterior só comprova o quanto a iminente troca Eto’o x Ibra deve ser boa para todo mundo.

PS2: No Olheiros.net, defendo, em debate com Dassler Marques, que Pato não está pronto para ser o substituto de Kaká. Se quiser ler, clica.

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terça-feira, 16 de setembro de 2008 azzurra, copa do mundo, imprensa | 15:38

Itália x França, capítulo ene

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Afinal, fazia algum tempo que essa foto não aparecia por aqui…

A rivalidade entre França e Itália, na Europa, começa a ficar (se já não ficou) bem parecida com a que existe por aqui entre brasileiros e argentinos. Vamos recapitular:

Tudo começou com a vitória da França sobre a Itália na prorrogação por por morte súbita, na final da Eurocopa de 2000. Era só o começo…

Seis anos depois, a Itália teria a chance de revanche (no fim, confirmada) na final da Copa do Mundo de 2006, quando Zidane e Materazzi protagonizaram um capítulo à parte, com aquela cabeçada da qual a gente não aguenta mais ouvir falar.

Aí, já com a Itália por cima, quis o destino que as duas seleções se encontrassem de novo nas Eliminatórias para a Eurocopa de 2008: os italianos acabariam como líderes da chave, mesmo perdendo um jogo e empatando o outro contra os franceses, ao fim vice-líderes.

Veio então a Euro, pra valer. De novo, já na primeira fase, o sorteio das chaves providenciou um confronto entre Itália e França. Deu Itália, 2 x 0, e os franceses assim acabaram eliminados do torneio logo de cara — a segunda vaga da chave ficou com a Romênia.

Durante todo esse tempo, além do capítulo Zidane x Materazzi, vários outros nomes protagonizaram um festival de troca de farpas via imprensa. Raymond Domenech, o técnico da França, e Genaro Gattuso, cão de guarda da Azzurra, principalmente — ambos se odeiam e nunca fizeram questão de esconder isso.

A imprensa francesa e italiana, paralelamente, também davam suas espetadas uma na outra o tempo todo, meio na linha do que o argentino Olé costuma fazer com o Brasil (sem resposta, diga-se) . E nesta terça, enfim, um novo capítulo.

Porque, na França, um jornalista francês chamado Pierre Ménès escreveu o que ele mesmo chama de “dicionário absurdo do futebol”, um livro (foto ao lado), segundo o próprio autor, de “humor sarcástico”. No qual definiu com frases como estas abaixo a palavra “italianos”:

1) Tribo do sul capaz de fazer o melhor jogador do mundo perder a cabeça. Novo inimigo íntimo desde os tempos da retirada dos alemães e da explosão do fenômeno Materazzi.

2) O italiano tem muitas particularidades: coloca gel nos cabelos longos, se penteia, levanta a gola da camisa, enagana e dá cotoveladas. Mas o que irrita mais é que ele ganha.

Além das definições, Ménès elencou alguns sinônimos para “italianos”: “Ritals” (que seria, segundo a Gazzetta, um termo depreciativo para imigrantes italianos), “Macaronis”, “Provocadores”, “Gattuso” (seria uma ofensa?) e “Campeões do Mundo” (esse certamente não é).

Mas, apesar da aliviada, não teve jeito. Ménès irritou os jornalistas da Gazzetta dello Sport, que colocaram, na manchete do site, uma resposta ao sarcástico provocador (seria Menès italiano?). “É absurdo, no limite do ofensivo”, disse a publicação italiana, referindo-se ao título do livro.

E a Gazzetta aproveita ainda o gancho da frase “o que mais irrita é que ganha” para dizer o seguinte: “Quem sabe alguma coisa sobre isso é Raymond Domenech, técnico da França, humilhado repetidamente pela Azzurra. E talvez até Zidane. Ou seja ‘o jogador preferido dos franceses, capaz de caminhar sobre a água e de acertar com a cabeça os mal educados (outra definição do livro)’. Mas não quem escreve dicionários “absurdos” de futebol.

No fim, é tudo muito divertido. Agora com licença que vai começar a Liga dos Campeões.

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terça-feira, 10 de junho de 2008 azzurra, Sem categoria | 19:18

A culpa é sempre dele…

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Começo a concordar com os irados leitores anti-Materazzi deste blog — e não são poucos. É ele o culpado por todos os males da seleção italiana, pela violência no futebol italiano, por um gênio como Zidane ter encerrado a carreira sem o título da Copa de 2006 e, sobretudo, por meu álbum de figurinhas da Euro 2008 ainda ter um buraco na página da Itália. A prova:

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segunda-feira, 12 de maio de 2008 campeonato italiano, inter, Sem categoria | 12:41

e viva os pontos corridos

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Para alegria da turma de seis posts abaixo, Materazzi convence Cruz e Cambiasso no jogo contra o Siena: “Eu cavei o pênalti, eu faço o gol do título. Xá comigo que é caixa!” (foto Reuters)

Depois de Roma 2 x 1 Atalanta, Fiorentina 3 x 1 Parma, Genoa 0 x 2 Lazio, Inter 2 x 2 Siena, Juventus 1 x 1 Catania, Livorno 0 x 1 Torino, Napoli 3 x 1 Milan, Palermo 0 x 2 Sampdoria, Reggina 2 x 0 Empoli e Udinese 0 x 2 Cagliari, o que argumentaria o italiano que é contra o sistema de pontos corridos?

No Brasil, me pergunto, torcendo para que a resposta seja sim: será que o pessoal da Globo acompanha de perto os campeonatos europeus?

Na última rodada do Italiano, dois times brigarão pelo título, dois times brigarão pela vaga na Liga dos Campeões e três times brigarão para não cair. Ou seja: das 10 partidas da última rodada, deixando de lado o interesse na tal da Intertoto, um “torneio eliminatório para a Uefa”, cinco jogos serão de tirar o fôlego.

E o número só não será maior por dois motivos. Primeiro, porque como a final da Copa da Itália será entre dois times que já vão para a Liga dos Campeões, não existirá uma briga por vaga na Copa da Uefa: as três vagas do Italiano, para Udinese, Sampdoria e Milan (ou Fiorentina, se a equipe bobear contra o Torino) disputarão a competição.

Depois, porque os dois candidatos ao título enfrentam justamente dois dos candidatos ao rebaixamento na última rodada: Catania x Roma e Parma x Inter.

Falemos desses jogos decisivos, então. O Catania, hoje, é uma equipe mais difícil de ser batida do que Parma. O que não quer dizer, de forma alguma, que é mais provável a Inter vencer o Parma do que a Roma derrotar o Catania na última rodada. Talvez as possibilidades de vitória de Roma e Inter sejam as mesmas. E, portanto, é só mesmo pela vantagem de um ponto e de poder terminar em igualdade com os romanos que a Inter ainda é favorita ao título.

Os 1% de chances de conquistar o scudetto que Luciano Spalletti disse que sua equipe tinha antes da última rodada certamente subiram bastante. Para uns 30, 40%, talvez.

Porque, se o Catania é hoje mais difícil de ser batido que o Parma, a Roma tem muito mais condições (físicas e, principalmente, psicológicas) de derrotar qualquer adversário do que a Inter. Mesmo com um time e, principalmente, um elenco mais fraco que os milaneses.

O desespero que tomou conta de torcedores, dirigentes, técnicos e jogadores da Inter foi impressionante. Exagerado, até. Porque é claro que perder o título em casa (que a Inter há muito não ganha) foi muito chato. Mas são principalmente as reações ao empate deste domingo que tornam mais difícil a missão de vencer o Parma na última rodada.

Ver Moratti (e seu filho com aquele ar de despojo milimetricamente calculado) gesticulando contra os jogadores nas tribunas; ver Mancini (com certa dose de razão) xingando o “culpado-mor” Materazzi — que cavou um pênalti inexistente mas o desperdiçou, além de se intrometer na frente de dois chutes com boas chances de gol —; ver o mesmo Materazzi envergonhado pedindo desculpas a Cruz por ter pedido para bater o pênalti; ver a torcida, depois de vaiar o time, tentanto agredir o técnico do Siena na saída do jogo… tudo isso certamente não ajuda em nada a missão interista do próximo domingo.

E faz a Roma, que até o início da última rodada só queria mesmo terminar o campeonato de bem com sua torcida, se encher de esperanças.

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quarta-feira, 30 de abril de 2008 opinião, Sem categoria, vídeos | 10:49

materazzi, um gênio

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Tá, é mentira. Não acho o Materazzi um gênio, claro. Quero só me divertir.

Porque toda vez que escrevo qualquer coisa sobre ele por aqui é a mesma história. Sempre aparecem uns revoltados contra o zagueiro da Inter. “Bandido, mau caráter, canalha, carniceiro”, pra ficar nos termos mais leves, são alguns dos adjetivos usados para definir o melhor jogador da última Copa do Mundo (tá, tudo bem, também não acho isso…).

Por exemplo: tem uma leitora, cujo nome incrivelmente não me lembro, que escreve toda vez que o Materazzi apronta alguma — e a gente, que acompanha futebol italiano, sabe que isso não é raro. O mais engraçado dos emails dela foi o último, pouco depois de anunciada a visita que Zidane faria ao Brasil. “E aí, senhor Oddi, como vai fazer agora que Ele (assim, com caixa alta) estará entre nós? Vai viajar, vai deixar o Brasil?”, perguntava, em tom irônico.

Não foi de imediato, mas entendi o raciocínio dela: se eu já tinha alguma vez falado bem de Materazzi — e, convenhamos, não tinha como não fazê-lo durante a última Copa —, nutriria pelo craque francês o mesmo ódio que ela nutre pelo italiano. Tão lógico, né?

Zidane foi provavelmente o maior craque que vi jogar (refiro-me a jogadores cujas carreiras eu tenha acompanhado inteiras, mas isso é assunto para um outro post). O que não me impede de dizer que, sim, foi ele o bobão no episódio da final da Copa contra Materazzi. Um zagueiro que eu mesmo criticava (e como) bem antes da Copa; mas um zagueiro que fez um ótimo Mundial, assim como uma ótima temporada seguinte na Inter.

Pra tristeza dos simplistas que gostam de classificar as coisas e pessoas em bonzinhos e malvados, o mundo é assim. O cara pode ser o máximo, um gênio, mas de repente fazer uma baita cagada. E vice-versa: ser uma baita cagão e, eventualmente, ter um lampejo de genialidade. No futebol, então, nem se fale…

Mas por que cheguei aqui mesmo? E, sobretudo, como consegui voltar a esse episódio exaustivamente discutido?

Ah, sim… Tudo isso só para dizer que o Materazzi, não à toa um dos jogadores mais queridos da torcida da Inter, parece não se preocupar muito com aqueles que (talvez com razão, ressalto) o demonizam.

Não fosse assim, por que aceitaria gravar uma participação como a que segue no divertido comercial abaixo, da Nike? O zagueirão já está tirando um sarro (e ganhando grana) com sua fama. Só me pergunto se também por comerciais como esses (e não só), os árbitros já não o vêem com outros olhos em campo.

A conclusão, com os irados inimigos de Materazzi. Ou não.

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quarta-feira, 12 de março de 2008 fotos, inter, liga dos campeões, Sem categoria | 13:12

legenda maldosa

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Tribunas de Inter x Liverpool, ontem, no Giuseppe Meazza:


Da direita para a esquerda: Marco Materazzi, zagueiro da Inter; Valentino Rossi, torcedor da Inter; Antonio Cassano, pedindo emprego

Brincadeirinha…

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