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sábado, 22 de maio de 2010 inter, liga dos campeões | 18:02

Inter ao cubo

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A ótima sacada do site da Inter depois da conquista da Liga dos Campeões. Comentários, depois.

A manchete de versão em italiano do site da Uefa também não é ruim:

E a versão em alemão certamente não foi perfekt (entendo muito) para os alemães, que com o resultado continuarão com apenas 3 vagas na Liga dos Campeões 2011-12, na qual a Itália seguirá com 4 representantes:

Na imprensa italiana, Gazzetta e Corriere dello Sport (abaixo, respectivamente), seguiram a mesma linha:

Na espanhol Marca, claro, o foco foi outro: José Mourinho, o provável-novo-técnico do Real:

Assim como a visão argentina não poderia ser outra que não esta (se bem que a atuação de Cambiasso…):

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sexta-feira, 21 de maio de 2010 campeonato italiano, inter, jogadores, liga dos campeões, técnicos | 11:19

O peso dos campeões

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A Inter chegou lá. Depois de ganhar a Copa da Itália, e com mais dificuldade do que há algum tempo aparentava que teria, conquistou o pentacampeonato italiano no último domingo. Um clichê, “a força do conjunto”, tem sido apontado pela imprensa italiana como a principal qualidade do time.

Pode até ser, mas o jornal La Gazzetta dello Sport não se eximiu de atribuir notas a todos os jogadores que participaram da conquista. Um exercício que nos ajuda bem a entender a importância individual de cada um dos campeões italianos.

Vamos às notas: o artilheiro Milito, único “perfeito”, 10. Sneijder ficou com um 9,5, seguido pelo 9 do capitão Zanetti, que completou o “pódio” dos mais importantes. Depois do trio, vieram, juntos, Eto’o, Maicon, Samuel e Lúcio, todos com nota 8. Júlio César e Thiago Motta ficaram com 7,5. Balotelli, Cordoba, Chivu, Pandev e Stankovic receberam 7. Materazzi, Mariga e Vieira, 6,5. Tanto a Muntari como a Santon coube um 6. Quaresma ficou com 5,5 e, por fim, o brasileiro Mancini, que não deixou saudades ao trocar o time pelo rival Milan, 5. Khrin, Arnautovic, Suazo e Stevanovic, que jogaram pouco, e os goleiros Toldo e Orlandoni, que nem jogaram, não receberam notas.

As avaliações referem-se apenas ao Campeonato Italiano. Não levam em conta os jogos da Liga dos Campeões, cuja final acontece no sábado, em Madri, entre Inter e Bayern. E não se enganem: em caso de vitória italiana no torneio europeu, pelo qual a Inter é absolutamente obcecada após 45 anos sem título, a maior nota não será atribuída a um jogador. Mas a um técnico que, definitivamente, não precisaria de mais elogios…

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009 campeonato italiano, inter, jogadores, juventus, milan, roma | 18:43

Jogo por jogo

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Um pouco tarde — eu sei —, a quarta rodada em linhas. 

Cassano: de novo, melhor em campo

Antonio Cassano: de novo, o melhor em campo

Napoli 0 x 0 Udinese
Várias chances, nenhum gol. Ou melhor, um gol mal anulado de Di Natale, que chegaria a 7 na artilharia do Italiano. No Napoli, Lavezzi foi o melhor: criou, criou, mas Hamsik, duas vezes cara a cara, desperdiçou. E Donadoni, cada dia mais pressionado, já começa a balançar de acordo com parte da imprensa italiana.

Juventus 2 x 0 Livorno
Mais uma vez nesta temporada, Buffon mostrou que voltou a ser o velho Buffon. Mas, convenhamos,  algo não vai bem se o goleiro está se destacando em todos os jogos — especialmente em um contra o Livorno, em Turim. Sem Diego, Camoranesi assumiu a função de garçom: deu os dois passes dos gols de Iaquinta e desse ótimo Marchisio, que é a cada dia menos promessa e mais realidade.  

Milan 1 x 0 Bologna
Seedorf resolveu de novo, mas desta vez nem jogava tanto como fez em Marselha, na Liga dos Campeões. No jogo pouco empolgante contra um candidato ao rebaixamento, houve também duas bolas na trave para os milanistas: uma num chute de Pato, outra em outro de Inzaghi. Ronaldinho Gaúcho? Leia o post abaixo, só dele…


Bari 4 x 1 Atalanta

Jogo de um time só, o Bari. Candidato ao rebaixamento no início do torneio, a equipe está invicta no Italiano, com três empates e uma vitória. Já a pobre a Atalanta, com seu astro Doni inicialmente no banco (recuperando-se de lesão), ainda não pontuou e já demitiu o técnico Gregucci. Antonio Conte assume seu lugar.

Cagliari 1 x 2 Inter
De novo, a Inter sofreu demais para ganhar. E só ganhou, de virada, graças a duas bobeiras da defesa do Cagliari em menos de5 minutos. Bobeiras que o argentino Milito soube aproveitar. O atacante brasileiro Nenê até que estreou bem entrando no meio do jogo para o time da casa, que teve seu gol marcado por outro brasileiro, o bom e velho Jeda, de pênalti.

Catania 1 x 1 Lazio
Em uma Lazio dilacerada, Foggia foi, de novo, o melhor — nasceu dele a jogada do gol de empate, marcado pelo ex-interista Julio Cruz, que saiu do banco. Para o Catania, o resultado foi ingrato: o time perdeu muitas chances tanto quando vencia por 1 x 0 como quando o jogo já estava 1 x 1. Poderiam ter sido três, e não apenas um, seus primeiros pontinhos no torneio.

Chievo 3 x 1 Genoa
Foi a única surpresa da rodada. Mesmo em Verona, a derrota para os até então líderes do Italiano não era esperada. Pelo menos não era até a escalação inicial, com seis mudanças em relação ao time que estreou com o pé direito na Liga Europa. O resultado foi justo, e o grande confronto entre Genoa e Juve, na próxima quinta, perdeu um pouco da graça.

Parma 1 x 0 Palermo
Gol marcado pelo campeão do mundo Zaccardo ( alguém não lembra dele na Copa? Não culpo). O jovem Paloschi desta vez não marcou, mas acertou o travessão. E, no segundo tempo, com a entrada de Miccoli, o Palermo foi melhor — só não deu para chegar ao empate.

Sampdoria 4 x 1 Siena
Para parecer que sou só eu quem diz, vou reproduzir aqui a frase da Gazzetta dello Sport sobre Cassano, eleito ontem, pela enésima vez, o melhor em campo em mais uma vitória da líder do campeonato. A explicação para a nota 7,5: “O que precisamos explicar? Assistam os highlights do FantAntonio e vocês entenderão. Futebol puro”. Tem sido sempre assim.

Roma 3 x 1 Fiorentina
O que Cassano foi para a Samp ontem, Totti foi para a Roma. Com uma diferença: dois gols marcados. Também ficou claro que o time da capital precisa muito de Vucinic ou de algum “similar”, que hoje, em seu elenco, não há. A Fiorentina sumiu no primeiro tempo. E Mutu, com o problema dos 17 milhões de euros a pagar ao Chelsea, sumiu nas últimas semanas. Preocupante para a equipe de Florença, que não pode prescindir do romeno.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009 inter | 16:54

As supercopas

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Com um poquinho de atraso, porque o fim de semana foi de descanso absoluto, vamos às Supercopas de Itália e Inglaterra (que, afinal, também teve sua pitada italiana). Enfim, o futebol voltou!

 
Certo, a Lazio venceu a Inter por 2 x 1 na final da Supercopa, no sábado. Se olharmos para frente, porém, a Lazio pode até comemorar, mas não tem muitos motivos para se empolgar. Assim como a Inter pode até lamentar, mas parece ter motivos para comemorar.

A começar pela boa partida dos “estreantes” (digo em jogos que contam) Lúcio, Eto’o e Milito. Os três foram muito bem e só não saíram do gramado campeões porque, realmente, o destino conspirou contra. “Com essa sorte, a Lazio é candidata ao scudetto”, afirmou, irônico e com alguma razão, José Mourinho após o jogo.

Já Thiago Motta não foi bem. Ficou evidente que não está acostumado a jogar mais aberto, em linha com outros dois meio-campistas. Só que isso pode ser resolvido em breve se a Inter conseguir mesmo contratar um meia para jogar ao lado de Stankovic — nesse caso, Motta e Cambiasso jogariam como uma “clássica dupla de volantes”, se ém que isso existe.

Diante do que parece ser uma ótima dupla de ataque, formada por Milito e Eto’o, as opções de Balotelli e do recém-contratado Arnautovic têm tudo para ser isso mesmo: opções. Com a chegada de um bom meia, a Inter pode passar a jogar num tradicionalíssimo 4-4-2, daqueles sem muitas invenções e nem numerinnhos no meio.

Lembram dele? Se o tal meia não vier, a opção de Eto’o aberto de uma lado, Balotelli ou Arnautovic do outro e Milito centralizado continua sendo a melhor opção. 

Pode ser precipitado (e é) falar isso de um time que conquistou os últimos quatro campeonatos italianos e que perdeu sua principal estrela dos últimos anos. Mas minha impressão é que esta Inter pode ser ainda melhor que as anteriores.

Enquanto isso, em Londres
E o fim de semana, pelo menos em termos de resultados, não foi mesmo de José Mourinho. Eu pagaria para ver o técnico português assistindo (e estou, certo, torcendo contra) o ‘seu’ Chelsea na final da Supercopa da Inglaterra contra o Manchester.

Desde que chegou à Itália, Mourinho deixou claro (à sua maneira) o respeito que tem pelo trabalho de Carlo Ancelotti. Quando o italiano desembarcou na Inglaterra, o português quis deixar claro que, mesmo que Carleto venha a ganhar um título relevante com o Chelsea, o fará depois de um tempo muito menor de jejum — disse que seu feito, portanto, seria menos relevante do que o do próprio Mourinho.

Rixa besta, provocação sem sentido.

Ancelotti levantou sua primeira (e pouco relevante, é verdade) taça na Inglaterra com o Chelsea. Mas venceu o Manchester depois de um grande confronto, no domingo. Já se livrou, pelo menos, de ser estigmatizado, a exemplo do que ocorreu com Felipão, como um técnico que não ganha clássicos.

Depois das finais das duas Supercopas, Mourinho teve uma boa e uma má notícia em relação ao resto da temporada. A boa é que a Inter promete. A má é que o Chelsea de seu ‘rival’ Ancelotti também.

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sexta-feira, 3 de julho de 2009 inter, juventus, milan, roma | 18:57

Giro d’Italia

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Como não tem rodada no fim de semana, como raramente tem notícia relevante, como as movimentações do futebol italiano estão quase tão paradas fora como dentro de campo, vou dar uma passada geral pelos principais clubes do país. Comentando o que por lá se comenta. E também um pouco do que senti após a passagem pela Bota no mês passado.

INTER
Que trata-se, hoje, do melhor time da Itália ninguém duvida. Sobre o fato de terem sido boas as contratações de Milito e Thiago Motta, idem. Só fiquei surpreso, lá na Itália, com o peso que tem sido dado às possíveis contratações de Ricardo Carvalho e Deco. “Com Carvalho e Deco seria uma Inter Real”, chegou a estampar um jornal, comparando o time italiano com o do gastão Florentino Perez. Não dá. A Inter, aliás, tem esse probleminha há algum tempo: o de acreditar que bons jogadores (coisa que ela tem de monte) valem tanto quanto jogadores extraordinários e decisivos como Kaká, Cristiano Ronaldo e… o seu próprio Ibrahimovic, que, ao que parece, ela só vai conseguir segurar porque Real Madrid e Barcelona fizeram outras opções.

MILAN
O barulheira que se faz em torno da possível contratação de Dzeko, do Wolfsburg, (agora crescem as chances de Luis Fabiano) dá uma boa idéia de como está o mercado italiano na pré-temporada… A perda de Kaká será irreparável, e isso é um consenso, mas há uma clara divisão sobre em quem apostar como “compatriota sucessor” do novo astro do Real: uns apostam que Leonardo colocará suas fichas em Ronaldinho Gaúcho, pela bagagem que tem e qualidade que já mostrou um dia, e outros, como o próprio Kaká, preferem dizer que Pato será o novo ídolo milanista. Eu acho que Thiago Silva é quem pode fazer a diferença em relação à temporada passada, quando a defesa do time foi de doer. E acho também que, se Berlusconi deixar Pirlo ir para o Chelsea, vai merecer mais que nunca essa enorme queda que se prevê no número de carnês vendidos para 2009-10.

JUVENTUS
A contratação de Diego é, até agora, a principal da pré-temporada italiana. E a torcida, apesar da chegada do que eles chamam de “traíra” Fabio Cannavaro, parece animada com a temporada que vem por aí. Principalmente pela contratação do brasileiro, mas também porque o seu presidente, Cobboli Gigli, ainda promete grandes novidades (eu já acho que não serão tão grandes assim, vide patamar atual do mercado da Bota). O time tem vários jovens italianos promissores, deve se livrar do mala-sem-alça-e-criador-de-problemas Trezeguet e, com mais um ou outro bom reforço pode mesmo dar trabalho no Italiano.

ROMA
O adeus do Montella pode com razão entristecer torcedores saudosistas. Mas, para o time, não muda um cazzo. Aliás, só se fala de compra e venda por lá: não de jogadores, do clube. O tal do Fioranelli, um endinheirado (e representante de outros) a quem a família Sensi deve dinheiro, garante que vai comprar o clube. Até isso acontecer (se é que vai), fica difícil especular sobre o que será a próxima Roma. Mais fácil de avaliar é a infelicidade de um tal Nicola Irti, advogado ligado a Fioranelli, que, ontem, falou mais ou mesmo o seguinte: “A Roma tem que se livrar de Totti. Ele é a ruína do clube“. Não vou me meter na questão financeira, nem posso. Mas o tal do Irti parece nunca ter pisado na capital italiana para saber onde está mexendo. Sua frase fez a Roma colocar um comunicado em seu site, defendendo o capitão. E fez Totti pensar em processá-lo. Além disso — e principalmente — deve ter deixado com uma pulga atrás da orelha os muitos torcedores que se perguntam “quais as garantias que esse novo comprador pode dar de que formará um bom time?”. Por que, ao falar o que falou, Irti dá a pinta de nunca ter assistido a um joguinho da Roma…

Por questões de tempo, vou ficar na dívida em relação à Fiorentina, Lazio, Napoli e Sampdoria, para os quais eu também tinha algumas linhas a dedicar. Mas aos poucos, post a post, a gente vai colocando por aqui.

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sexta-feira, 31 de outubro de 2008 campeonato italiano, imprensa, jogadores | 11:36

Os 5 do barulho

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Completamos dois meses de Campeonato Italiano. Destaques? Nem Ibrahimovic, nem Totti, nem Del Piero, nem Ronaldinho. Tem a ótima recuperação de Gilardino, o bom início de Amauri na Juve e a dupla sempre eficiente formada por Di Natale e Quagliarella na Udinese. Tem também a argentinada dos ‘ascendentes’ jogando muito: Zárate, Dênis, Lavezzi, Milito…

Mas, convenhamos, na Itália, notícia mesmo continuam sendo os figurões. Por isso, o “Data Bola na Bota” resolveu, pouco antes dessa 10ª rodada e baseado no método nada científico do ‘impressionismo’, destacar os personagens que mais têm feito barulho na imprensa esportiva italiana desse começo de temporada. A eles, pela ordem:

1. José Mourinho
Ninguém ganhou mais páginas que ele. Mas Massimo Moratti provavelmente preferia que ele tivesse ganho mais pontos. Com frases polêmicas e diretas, atitudes contundentes, um salário astronômico e um timaço nas mãos, o português é certamente o campeão de audiência. Desperta amor e ódio e, consequência disso, suas vitórias e derrotas repercutem o triplo das vitórias e derrotas dos rivais.

2. Ronaldinho Gaúcho
Ele está muito bem no Milan? Não. Então está mal? Também não. Ronaldinho faz um início de torneio regular, eu diria nota 6,5. Mas, assim como Mourinho, Ronaldinho é uma novidade ‘galáctica’ no futebol italiano. E fazer do brasileiro um “capítulo à parte” nas coberturas dos jogos do Milan virou quase obrigação para jornais, tevês e rádios italianas. Resta saber como a novela vai acabar.

3. Beckham
A capacidade do inglês virar notícia é mesmo notável. O cara nem chegou, tem 33 anos, joga atualmente num campeonato meia-boca, deve ficar não mais do que três meses no Milan e mesmo assim, dia após dia, é destaque na imprensa italiana. Isso é só um registro, não uma crítica. Até porque eu já disse que o inglês até pode ser útil ao Milan. Esportivamente, digo. Porque para divulgação de marca ninguém tem dúvida.

4. Totti
Desfalque, dores e mais dores no joelho, placa no tornozelo, hérnia, busca do melhor preparo físico e até separação da mulher. Ele foi notícia sempre, como é em todos os anos, mas até aqui foram palavras como essas que a gente encontrou na imprensa da Bota quando o capitão da Roma foi assunto nesta temporada. No domingo, contra a Juventus, será assim de novo. Ele não joga. Uma pena pro campeonato.

5. Adriano
A repercussão do seu desempenho dividiu-se em duas fases: uma, até mais ou menos o começo desta semana, quando ouvíamos falar de suas boas atuações, de sua recuperação e da até então boa relação que o brasileiro tinha com Mourinho. Outra, de lá pra cá, sobre baladas, atrasos, indisciplina e suspensão. E, como sempre em sua carreira, foi essa segunda parte que fez mais barulho. Outra pena pro campeonato.

E aí? quem mais poderia entra nessa lista?

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segunda-feira, 15 de setembro de 2008 campeonato italiano, inter, juventus, milan, roma | 16:39

Repercussão da rodada

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Voltei. Tarde e tendo visto só os melhores momentos dos jogos. Então, vou deixar aqui a repercussão italiana sobres os principais jogos da 2º rodada — Amauri entre os melhores, Ronaldinho entre os piores. É mais honesto que comentar. E os comentários ficam por conta de quem conseguiu assistir ao jogos completos, certo? Alguém aí?

PALERMO 3 x 1 ROMA
O melhor em campo: Miccoli, nota 8 segundo a Gazzetta dello sport (e na Roma, de novo, Doni foi ‘o melhor’. Sinal de que há mesmo algo errado na capital)
As decepções: Pizarro e Cicinho — o brasileiro deve inclusive perder a vaga para Cassetti no jogo da Liga dos Campeões, contra o Cluj, nesta terça.
O que repercutiu: O fato de que o jogo, é bom lembrar, marcou a estréia da Davide Ballardini no Palermo. Aquele mesmo técnico que pegou o Cagliari quase rebaixado e o salvou com uma brilhante campanha no segundo turno do último Italiano. É o treinador italiano da hora.

INTER 2 X 1 CATANIA
O melhor em campo:
O estreante Quaresma (Maicon e Materazzi também foram muito elogiados)
A decepção: Figo, de novo. E a boa entrada de Mancini deve fazer com que o veterano português vá para o banco logo logo.
O que repercutiu: As declarações de Mourinho, que disse “O resultado justo seria 5 x 1 para a Inter. Porque, se eu estivesse no gol no lugar do Júlio César, não faria diferença nenhuma”.

GENOA 2 X 0 MILAN
O melhor em campo:
Diego Milito, claro, numa ótima reestréia pelo Genoa. Um gol e assistência para o outro, de Sculli.
As decepções: No Milan, são tantas… Principalmente Ronaldinho e Shevchenko, respectivamente “parado” e “enferrujado” segundo o Corriere della Sera.
O que repercutiu: As declarações de Adriano Galliani e Silvio Berlusconi, garantido a permanência de Ancellotti. E os possíveis motivos da crise milanista: falta de preparação adequada (segundo Ancelotti e alguns comentaristas), contratações equivocadas (segundo torcedores) ou esquema tático ineficiente (“para jogar com três atacantes é preciso que o resto do time corra demais”, disse adversário zagueiro ‘genovês’ Ferrari — que, acreditem, foi bem)

JUVENTUS 1 x 0 UDINESE
Os melhores em campo: Camoranesi e Amauri, que ainda mereceu rasgados elogios do técnico Claudio Ranieri depois do jogo. “Ele se encaixa bem com qualquer outro atacante (leia-se Iqauinta, Trezegute e Del Piero). é o jogador que nos faltava”, afirmou. 
A decepção: Quagliarela. Pra quem foi cogitado para jogar na Juve…
O que repercutiu: A boa atuação de Chiellini, que se recuperou em tempo recorde de uma lesão nos ligamentos do joelho esquerdo. E assim vai se firmando como o melhor zagueiro italiano da atualidade.

NAPOLI 2 x 1 FIORENTINA
O melhor em campo: Na Fiorentina, vale citar, foi Gilardino. Mas em campo foi Ezequiel Lavezzi. Alguém viu a jogada dele no primeiro gol do Napoli? Se não, vou tentar colocar o vídeo aqui em breve (quando minha conexão com o Youtube permitir).
A decepção: O lateral-direito Zauri, recém-contratado pela Fiorentina.
O que repercutiu: As manifestações das ‘torcidas organizadas’ do Napoli, que protestaram contra a punição de não poder mais viajar para jogos fora de Nápoles (por causa das confusões criadas no último fim de semana, em Roma) e deixaram vazias as curvas do estádio San Paolo. Uma punição que quase só afeta aos próprios patetas. Um ótimo protesto.

Só para registro, os outros resultados:
Lazio 2 x 0 Sampdoria (e o argentino Zarate é o novo queridinho da torcida romana), Lecce 2 x 0 Chievo, 
Reggina 1 x 1 Torino, Siena 2 x 0 Cagliari e Bologna 0 x 1 Atalanta.

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