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terça-feira, 24 de agosto de 2010 inter, roma | 11:58

Mais do mesmo

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Júlio César operando belas e decisivas defesas. Maicon jogando bem na Inter mesmo depois de tentar forçar uma ida para o Real Madrid. Lúcio fazendo mais do que lhe cabe e criando belas jogadas no ataque. Francesco Totti e Wesley Sneijder deliciando o público presente com passes e finalizações precisas e surpreendentes. Adriano entrando em campo visivelmente fora de forma e sem condições de jogo.  Eto’o resolvendo jogos com gols quando porventura Milito não os fizer.  Torcedores organizados protestando contra novas medidas de segurança. Os mesmos torcedores atirando fogos de artifício e outros objetos em campo. Inter e Roma decidindo um título. Um jogo equilibrado, bom e divertido entre as duas equipes. O time de Milão levando a melhor no placar final. A Roma entregando partidas bem jogadas em falhas individuais ou lances de nervosismo. A Inter levantando uma taça como campeã.

Se a final da Supercopa italiana entre Inter e Roma, vencida pela Inter por 3 a 1 no último sábado, foi um aperitivo do que vem por aí no Campeonato Italiano, já sabemos que o próximo torneio não terá muito de novo. Terá mais do mesmo, para o bem e para o mal.

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sexta-feira, 14 de maio de 2010 azzurra, copa do mundo, jogadores | 10:30

Lippi pior que Dunga

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Marcelo Lippi garante que não deixou de chamar Totti pela falta desleal em Balotelli (ver post abaixo)

 
Técnicos de seleções, às vésperas de uma Copa, têm em geral duas opções: convocar os melhores ou convocar aqueles que atravessam melhor momento — a Copa, afinal, é um torneio de tiro curto. Marcelo Lippi, bom técnico campeão mundial com a seleção italiana, conseguiu não fazer nem uma coisa nem outra. Não convocou os que são melhores, casos de Francesco Totti, Alessandro Del Piero ou Antonio Cassano, e tampouco aqueles que estão melhores, como Fabrizio Miccoli, do Palermo.

Sua lista de 30 jogadores tem como base, com 8 convocados, a Juventus de Turim, time que protagonizou o maior fiasco na temporada entre os grandes clubes da Itália. Além de levar à África jogadores que atravessam má fase técnica, Lippi incluiu em seu grupo pelo menos cinco atletas em condições físicas duvidosas. Tudo em nome da “unidade do grupo”, fator considerado pelo próprio Lippi a principal virtude da Itália tetracampeã mundial em 2006.

Priorizar o conjunto em detrimento do talento não é privilégio de Lippi, claro. O leitor, a esta altura, já deve estar pensando em Dunga. Mas os casos são diferentes: Dunga abriu mão de Ronaldinho, Ganso e Neymar, mas tem Kaká e Robinho; tem dois jogadores diferenciados, capazes de decidir, de improvisar, de surpreender. Lippi poderia, mas não tem ninguém assim em seu elenco. Tem De Rossi e Pirlo, dois ótimos volantes, como seus melhores jogadores. A seleção italiana irá à África sem nenhum jogador daqueles que, na Itália, são chamados de fuoriclasse, os fora de série.

Dunga priorizou o conjunto. Lippi ignorou o talento.

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sexta-feira, 7 de maio de 2010 copa da itália, inter, jogadores, roma | 11:24

Maus perdedores

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Primeiro, o vídeo:

O lance em que Francesco Totti aplicou um maldoso chute por trás em Mario Balotelli, a poucos minutos do fim da decisão da Copa da Itália contra a Internazionale, é mais um indício de que o time da Roma não sabe perder. Totti, capitão do time, e De Rossi, conhecido no clube como Capitan Futuro, são os melhores exemplos disso: são excepcionais, mas não suportam perder. E, pior, consideram os jogos perdidos antes mesmo de finalizados.

Foi assim no clássico contra a Lazio, quando ambos levaram cartões amarelos ainda no 1º tempo — a Roma perdia por 1 x 0. Nervosos, foram bem substituídos no intervalo, e a Roma virou o jogo. Na final contra a Inter, o time da capital ainda pressionava e restavam alguns minutos quando Totti agrediu Balotelli e foi expulso. A chance de empatar foi por água abaixo. O desequilíbrio dos líderes, não raro, contamina outros jogadores. Na final contra a Inter, foi o caso de Taddei, que saiu distribuindo bordoadas sem dó, inclusive no compatriota Thiago Mota.

Totti foi muito criticado e, diz a Gazzetta dello Sport, depois do episódio viu suas chances de jogar a Copa diminuírem muito. O capitão assumiu o erro, mas reclamou das críticas: afirmou que Balotelli é um “provocador sistemático”. É verdade. Mas um jogador de 33 anos, capitão da Roma e campeão do mundo, não deveria cair nas “provocações sistemáticas” de um adolescente. No time da Roma, a aversão por perder diminui a chance de vencer.

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sexta-feira, 9 de abril de 2010 campeonato italiano, jogadores | 10:44

Problema médico

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Pato: vai e volta de lesões jogando pelo Milan

Não fosse o surpreendente fiasco dos até ontem badalados times ingleses e a convincente classificação da Internazionale para as semifinais da Liga dos Campeões da Europa, o alarde sobre a crise do futebol italiano seria bem maior. A crise, contudo, segue aí, comprovada pela iminência de o futebol tetracampeão do mundo perder uma vaga para a Alemanha no principal torneio da Europa— para a Liga de 2011-12, a situação é quase irreversível.

Os motivos da crise? Vários são elencados pela imprensa italiana, desde o domínio dos Ultras (as torcidas organizadas de lá) nos estádios, passando pelos comprovados casos de corrupção de árbitros ou dirigente e chegando ao alto percentual de impostos cobrados dos salários dos jogadores, o que dificultaria a contratação de estrelas do exterior.

Em outro motivo, porém, pouco se fala: a incompetência dos departamentos físicos e médicos dos principais clubes italianos como Milan, Roma e Juventus. Totti, Pato, Nesta, Del Piero… Não são poucos os exemplos pontuais, assim como é constante haver um grande número de desfalques por questões médicas e/ou físicas destas equipes, em qualquer jogo. O problema tem reflexo no Campeonato Italiano, claro, mas sobretudo nas competições continentais, onde as lesões dos times não se “equivalem” com as dos adversários. 

O melhor exemplo, porém, talvez seja a base da seleção italiana “ideal” na cabeça de Marcelo Lippi. Vejamos: Buffon, Zambrotta, Cannavaro, Chiellini, Grosso, Camoranesi, De Rossi, Marchisio, Pirlo, Totti e Iaquinta. Só mesmo a Itália conta com um time-base do qual 5 dos 11 “titulares” tem perdido ou perderam grande parte da temporada por lesão. É que, na Itália, estar machucado tem sido a regra, não a exceção.

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sexta-feira, 5 de março de 2010 azzurra, copa do mundo | 09:47

Renovação x qualidade

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Cossu, em sua estreia pela seleção italiana (AFP)

Após o empate por 0 x 0 com Camarões no amistoso da última quarta-feira, o técnico da seleção italiana, Marcelo Lippi, elogiou as duas principais novidades de sua desfalcada equipe: o meia Andrea Cossu, do Cagliari, e principalmente o zagueiro Leonardo Bonucci, do Bari. A imprensa registrou.

No dia seguinte ao amistoso, porém, os jornais já traziam as seguintes declarações. De Del Piero: “Meu grande se sonho se chama Copa 2010. A camisa azzurra é a máxima aspiração que um jogador pode ter”. De Luca Toni: “Lippi conhece meu valor e sabe aquilo que posso dar. Eu ainda espero. Temos mais de dois meses até a Copa”. Dias antes, Francesco Totti afirmara o seguinte: “Março e abril serão meses decisivos para saber se irei à Copa. Verei minhas condições físicas e decidirei junto com o Lippi”.

Na Itália, as tradições e as experiências do passado têm muito valor, e as renovações ou mudanças costumam ser vistas, no mínimo, com desconfiança. Por isso, como aconteceu recentemente com o Milan, não faltam por aí, no Brasil inclusive, críticas à dificuldade italiana de buscar e aceitar renovações em seu grupo.

Em casos como os de Totti e Del Piero, porém, as apostas não seriam no passado vitorioso de 2006, mas na qualidade e no bom futebol. Ou alguém acha que a “renovação” Cossu, com seus 29 anos, virá um dia jogar o que jogam (ainda hoje) os ídolos de Roma e Juventus?

Novo lobby
Um novo nome surgiu cotado pela imprensa para ir à Copa, com direito até a apoio do presidente da Federação Italiana, Giancarlo Abete. Trata-se do jovem (este sim) Mario Balotelli, da Internazionale. O garoto chegou a apostar um jantar dizendo que vai à África. Lippi, porém, não deu indicação alguma disso.   

Técnicos top
Se a Itália não chegará à Copa tão badalada como alguns de seus rivais, o mesmo não se pode dizer dos técnicos italianos: Fabio Capello, comandante da seleção inglesa, e Marcelo Lippi, da italiana, são os dois treinadores mais bem pagos do Mundial, com salários de 8,8 e 3 milhões de euros/ano, respectivamente. Leia mais sobre os salários dos técnicos do Mundial clicando aqui.

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010 campeonato italiano, inter, roma | 11:40

Arbitragem: lá como cá

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Collina, hoje, comanda a arbitragem na Itália

Collina, hoje, comanda a arbitragem na Itália

A escola de arbitragem italiana é talvez a melhor e mais tradicional do mundo. Mas está em crise. E, na Itália, os erros de árbitros ganham eco desproporcional, tanta é a obsessão dos programas de TV do país com a “moviola” — como são conhecidos por lá os replays de lances polêmicos.  A crise atual, aliada à desconfiança suscitada com os comprovados casos de manipulação de alguns anos atrás, levou os responsáveis pelo calcio a cogitar uma inovação no sistema de arbitragem italiano: o sorteio de árbitros antes dos jogos. Os sorteios, para quem não sabe, já ocorrem no Brasil. E há quem defenda sua extinção com a (boa) argumentação de que, dessa forma, pode-se ter o melhor árbitro do país apitando um Bambala x Arimatéia, enquanto um clássico decisivo pode ficar sob o comando de um ilustre desconhecido. Mesmo no caso do sorteio dirigido, como no Brasileirão, há um problema: escolhe-se três bons árbitros como candidatos para um bom jogo e, dessa forma, dois deles ficarão de fora da rodada. Parece claro, portanto, que o problema da arbitragem no futebol não está na forma como se definem os árbitros de cada jogo, mas em sua natureza. Errar faz parte da arbitragem mais do que faz parte de outras atividades. E só deixará de fazer parte quando algumas pessoas se convencerem que o futebol não é legal porque os árbitros erram. Nesse dia, enfim, a tecnologia será aceita pela Fifa.

Rei da marra
O jovem Mario Balotelli, da Inter, é imbatível no quesito marra. Na quarta, questionado sobre o motivo de não ter comemorado o gol marcado no empate por 1 x 1 com o Parma, respondeu: “Vou comemorar quando marcar numa final de Copa, ok?”.

Sinal amarelo
Depois de um ótimo início de temporada, Totti, com problema no joelho, voltou a alternar uma presença e algumas ausências nos jogos da Roma. Dessa forma, sua vaga na Copa — que ele mesmo atrela a boas condições físicas — parece mais longe.

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sábado, 5 de dezembro de 2009 azzurra, campeonato italiano, milan | 17:54

Hora do filé

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Comentei há pouco Milan 3 x 0 Sampdoria na ESPN. Ótimo, mas ótimo mesmo, começo de Ronaldinho, que deixou o campo com uma leve contratura aos 34 do primeiro tempo. O jogo já estava 3 x 0, dois passes seus, para Boriello e Seedorf. Thiago Silva, Pirlo e Pato também foram bem. E a Samp, com Cassano e Pazzini sumidos, depois dos 3 x 0 sofridos no derby contra o Genoa, parece que sentiu o baque.  Pena para o Italiano.

Mas não é a rodada que me traz aqui, e sim a coluna da última sexta do Jornal Placar. Esqueci de publicá-la por aqui, como faço de costume. Então lá vai. E vamos à TV seguir Juventus x Inter, deixando para um outro dia, quem sabe, os comentários sobre a teoricamente baba de grupo que coube à Italia para o Mundial 2010. Adesso me ne vado.  Ciao. A coluna:

HORA DO FILÉ

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Zidane e Thuram já fizeram o mesmo pela França. Henrik Larsson agiu assim com a Suécia. Marcos, de certa forma, é um representante brasileiro. Mas, talvez, nenhum jogador no mundo simbolize melhor a categoria dos que comem-o-filé-mas-não-roem-o-osso como Francesco Totti.

Refiro-me à declaração dada nesta semana pelo ótimo meia da Roma e (será?) da seleção italiana: “Os veteranos pediram meu retorno, mas em abril vou conversar com o (técnico Marcelo) Lippi. Dependendo das minhas condições, se acharmos que é o caso, eu irei à Copa”.

Como se sabe, após o título mundial com a Azzurra em 2006, Totti abandonou a seleção. Bons motivos não lhe faltavam: a intenção de se dedicar exclusivamente ao time da Roma, sua grande paixão, e, principalmente, a série de problemas físicos que lhe impediam de jogar tantas partidas de alto nível em uma temporada. Só que o tempo passou e, com ele, além das eliminatórias e da Euro 2008, passaram uma dura e cansativa Eliminatória Européia para o Mundial e alguns amistosos aborrecidos.

Totti não roeu estes ossos, mas, ao que parece, estará pronto para saborear o filé da Copa. Ainda há, na Itália, quem torça o nariz para sua atitude. Mas não se trata da maioria: esta sabe bem que, com a qualidade de Totti, o filé sul-africano pode ser bem mais saboroso. 

JÁ NESTA…
Caso oposto ao de Totti ocorre com o zagueiro Nesta, do Milan. Apesar do bom início de temporada, ele foi claro: “Passei por várias cirurgias, consegui voltar a jogar, mas tenho que ter consciência das minhas limitações”. Apesar dos pedidos, Nesta já afirmou: não vai à Copa nem em sonho.

 E O DERBY
O “derby d’Italia” entre Juventus e Internazionale, que ocorre neste sábado, em Turim, completou 100 anos no último dia 14. A Inter é o time que a Juve mais enfrentou em sua história. Nas estatísticas dos 211 jogos, 94 vitórias juventinas, 65 triunfos interistas, 52 empates e 569 gols marcados.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009 Sem categoria | 12:22

9 entre 100

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Santon: jovem surpresa na lista da FourFourTwo

Santon: surpresa na lista da FourFourTwo

São 9 os jogadores italianos na lista dos 100 melhores da atualidade divulgada na edição de novembro da conceituada revista inglesa FourFourTwo. A eles:

30º – De Rossi (Roma)
35º – Buffon (Juventus)
53º – Pirlo (Milan)
54º – Totti (Roma)
60º – Chiellini (Juventus)
67º – Cassano (Sampdoria)
77º – Gilardino (Fiorentina)
82º – Del Piero (Juventus)
99º – Santon (Internazionale)

Entre os 10 primeiros colocados da relação, apenas um joga no futebol italiano: Samuel Eto’o, da Inter, que ocupa a 9ª colocação. A Série A também fica atrás das ligas de Inglaterra e Espanha no número total de jogadores entre os 100: são 23, contra 33 da Premier League e 29 da Liga. Para saber mais sobre a relação, clique aqui.

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009 azzurra, copa do mundo | 17:13

Reabriu?

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gilardino_italia_gettyItália 3 x 2 Chipre. O jogo deveria servir para reservas como Santon, Gamberini, Bocchetti, Pepe, Rossi e D’Agostino ficarem mais perto de garantir uma vaga no grupo que disputará a Copa do Mundo pela Itália. Pois não ficaram.

Foi Gilardino (foto Getty), o homem que já havia garantido a vaga para o Mundial no jogo anterior, contra a Irlanda, a carimbar seu passaporte para a África do Sul: marcou, em 15 minutos, os três gols da virada sobre os cipriotas, que venciam por 2 x 0 até os 33 minutos do segundo tempo. 

Foi feio, bem feio, mesmo já classificada para a Copa, a Itália sair perdendo por 2 x 0 para o Chipre, jogando em casa. Perdia com o time cheio de reservas? Beleza. Mas, como eu já disse, esperava-se que os tais reservas pudessem, também, mostrar serviço e convencer Lippi de que devem ir à Copa.

Não mostraram. E não só porque perdiam o jogo contra um adversário bem mais fraco — o que acontece —, mas porque perdiam com justiça. Os três gols de Gilardino, aliás, só saíram depois que Pepe, Rossi e D’Agostino foram substituídos por Di Natale, Camoranesi e De Rossi.

Portanto, se o grupo de titulares da seleção italiana é praticamente “imexível”, para relembrar o saudoso (?) ministro Magri, o de reservas não deveria sê-lo.

E então, quem sabe, depois do semi-tropeço desta quarta-feira, Lippi não decida modificá-lo, garantindo o espaço que, aqueles que gostam de bom futebol sabem, deve ser de Francesco Totti e, eu não quero perder as esperanças (mas deveria), de Antonio Cassano.

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terça-feira, 13 de outubro de 2009 azzurra | 20:08

Quem serão os 23?

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lippi-salto-mortal-ap

Não foi uma campanha brilhante. As exibições também não foram para o técnico Marcelo Lippi dar piruetas, como fez no treino de hoje. Mas a Itália está classificada para defender seu título mundial na Copa do Mundo da África do sul, no ano quem vem.

O jogo contra o Chipre, nesta quarta, em Parma, não vale para nada. Tanto que Lippi prometeu escalar um time recheado de reservas, só para premiar e unir todo o grupo — e isso, façamos justiça, é algo que ele sabe fazer.

Até pela obsessão que tem com “o grupo”, é normal imaginar que serão poucas, se não inexistentes, as mudanças que o treinador fará no elenco da Azzurra para a disputa da Mundial sul-africano.

Dos 23 nomes que chamará para a Copa, me parece que Lippi precisa oficializar apenas mais 11 — e entre eles, os de dois goleiros, Marchetti e De Sanctis, são quase certos. Faltará, portanto, escolher 9 jogadores. Muito provavelmente, 4 defensores, 2 meio-campistas e 3 atacantes.

Na defesa, quatro dos cinco entre Santon, Bocchetti, Gamberini, Legrotaglie e Criscito parece ter amplo favoritismo sobre rivais que hoje correm bem por fora.

No meio, uma recuperação física de Aquilani poderia significar chances menores para Montolivo, Palombo e D’Agostino, todos jogadores hoje bem cotados com Lippi (embora um deles deva ficar fora de qualquer jeito, mesmo sem Aquilani na lista).

E no ataque é que está a esperança de que a Azzurra possa se apresentar com um pouco mais de qualidade técnica do que tem mostrado. Não, nada de Cassano, pois suas chances parecem a cada dia menores. É que, hoje, Lippi deu a entender que são boas as chances de vir a chamar Francesco Totti. E, como a disputa no ataque ainda é a mais aberta, as possibilidades de o camisa 10 da seleção campeã mundial voltar a ser convocado, agora para jogar mais adiantado, são realmente consideráveis.

Veja a lista com os jogadores garantidos, aqueles que têm boas chances e aqueles que correm por fora (em alguns casos, beeeem por fora):

GOLEIROS (3 vagas)
Garantido: Buffon
Boas chances: Marchetti e De Sanctis
Corre por fora: Amelia

DEFENSORES (8 vagas)
Garantidos: Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Grosso
Boas chances: Santon, Bocchetti, Legrottaglie, Gamberini e Criscito
Correm por fora: Motta, Materazzi, Dossena e Bonera

MEIO-CAMPISTAS (7 vagas)
Garantidos: Camoranesi, De Rossi, Pirlo, Gattuso e Marchisio
Boas chances: Montolivo, Palombo, D’Agostino e Aquilani
Correm por fora: Marchioni e Brighi

ATACANTES (5 vagas)
Garantidos: Gilardino e Iaquinta
Boas chances: Quagliarella, Di Natale, Pepe, Rossi, Pazzini e Totti
Correm por fora: Amauri, Cassano

Consideremos todos os jogadores acima disponíveis. Num exercício de imaginação, ou melhor dizendo, de diversão, eu montaria a minha seleção italiana com: Buffon, Zambrotta, Cannavaro, Chiellini e Grosso; Camoranesi, De Rossi e Marchisio; Pirlo; Totti e Cassano. Mas esta, a gente sabe, é uma seleção impossível de vermos em campo em 2010.

E a sua seleção ideal, qual seria?

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